terça-feira, 10 de maio de 2011

Estive conversando com Valdeth da Atlimarjon sobre a coleta seletiva do lixo aqui em Monlevade e para bom entendendor pingo é letra ...

Cutucada do dia: Seta de carro não é enfeite!

Para os que não sabem ou finjem que não sabem, a seta indicadora ou o pisca-alerta,( e não pisca-pisca, porque há os que esquecem de desligá-la )  é um acessório essencial a todos os veículos que trafegam pelas ruas. Entretanto, muitos motoristas aqui em Monlevade parecem que nem sabem para que ela serve.
Ela deve ser acionada sempre que o condutor desejar mudar de faixa de rolamento ou de direção, como por exemplo virar em uma rua perpendicular à qual ele trafega.
Um instrumento tão simples é capaz de evitar acidentes, pois faz com que o motorista de trás perceba sua intenção de virar na esquina, por exemplo. Para virar, você terá que frear, então o motorista que vem atrás já saberá que deverá reduzir a velocidade, evitando uma colisão.
Os pedestres também usufruem da boa utilização do pisca. Quando desejam atravessar uma rua, por exemplo, devem observar se os motoristas que conduzem seus veículos na rua perpendicular à que eles desejam atravessar querem ou não virar, o que os impediria de atravessar naquele momento.
Então caros colegas motoristas: Liguem-se na seta!

Andaram cutucando onça com vara curta...

Fiquei sabendo ontem, através do meu amigo Wir Caetano, que uma onça fantasiada de jaguatirica aprontou a maior "cachorrada" no Blog mato Adentro. O assunto deu tanta polêmica que gastou intervenção jurídica!
Brincadeiras à parte, parabéns aos envolvidos no tema pela seriedade e o talento com que conduzem seus respectivos blogs.
Mato Adentro: A onça, o jaguaretê: "(Wir Caetano, 08/05 - Estrada das Pacas) Pegadas de felino (provavelmente jaguatirica) e ossadas de boi. Nossos Gerais, na Estrada das Pac..."

segunda-feira, 9 de maio de 2011

O que há de semelhante entre o naufrágio do Titanic e a queda do helicóptero do Marrone?

     "Nossa segurança está é na mão de Deus"!
O colosso no cais na Inglaterra, ao lado do Olympic (à dir.): tecnologia revolucionária que não impediu rompimento do casco

Planejado à exaustão desde meados da década passada, em parceria com William Pirrie e Alexander Carlisle, construído ao longo de três anos de trabalho árduo em Belfast, o transatlântico parecia acima de qualquer suspeita em termos de segurança.


Com medo de avião, Marrone considerava, segundo o irmão, a aeronave “mais segura” para as viagens que precisava realizar para cumprir a agenda de shows.
“Meu irmão tem medo de avião e comprou o helicóptero. Ele dizia que, se caísse, tinha chance de sobreviver. Ele acha que helicóptero é mais seguro”, afirmou O cantor Valdir Alves Ferreira, irmão de Marrone, da dupla Bruno e Marrone.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Desordem e Progresso

Olhando ao redor fica evidente que estamos vivendo uma era de profundas transformações, onde muitos setores estão sendo modificados significativamente e outros ainda estão por surgir. Estas transformações têm como alicerce em sua maioria, mas não em sua totalidade, a evolução cada vez mais veloz das tecnologias químicas, elétricas, entre outras. Minha avó, com seus 97 anos fica meio perdida em meio a tantas novidades... Celular, computador, aparelhos eletrônicos... A gente percebe pelo seu olhar que ela parece atônita diante do que vê. É lógico! Lembro-me da minha avó lá na fazenda, há algumas décadas atrás, segurando uma lamparina para iluminar (pela manhã o nariz da gente amanhecia preto rsrsrs!) o caminho que teríamos que chegar até o quarto.
 Mas a minha avó, na sua “sábia ignorância”, dia destes, fez uma colocação interessante: " As coisas tão ficando cada vez mais moderna e as pessoas mais distantes...Ninguém presta mais a atenção na gente que é velho!".
Fazendo uma analise profunda, percebe-se que a raça humana está fazendo o papel inverso à tecnologia. O ser humano regride em qualidade dia após dia. Estamos nos tornando trogloditas reclusos em nossas cavernas. Não existe tolerância, não existe respeito e tudo é permitido!
No tempo de minha avó, havia respeito entre as pessoas. A palavra impelida não gastava assinatura, nem testemunhas, aliás, não existia nem a nota promissória! As pessoas cumpriam o que falavam e pagavam o que deviam. Eram mais solidárias, e, quando havia alguma desavença , esta era resolvida entre as partes interessadas, sem ninguém mandar recado, ainda que fosse à base da garrucha. Os mais velhos eram sempre consultados, afinal tinham mais experiências...
Em relação às crianças então... Nossa! Não tinha esta de ficar metendo o bedelho nas conversas de adulto, (como tomei beliscões por causa disto). Na hora das refeições, os mais velhos ou as visitas serviam-se primeiro, (esta parte eu não gostava muito porque sempre sobravam as partes piores para gente, rsrsrsrsr). Palavrões?! De jeito nenhum, porque era pimenta na língua! Mas, sabíamos comportar onde quer que fôssemos. Hoje, a maioria dos jovens e crianças, não respeitam os mais velhos... Não sabem se portar à mesa, são intolerantes, mal educados e cada vez mais egoístas. Culpa de quem? Dos fabricantes dos monstrinhos, que com certeza também foram monstrinhos.
Talvez a ideia seja esta mesma, com a alienação da raça humana, os gênios começarão a fabricar ciborges para substituir os homens, que voltarão para a selva para viverem como primatas.

A Cutucada do dia vai para a mulherada!

A rede de esgoto da minha rua entupiu, ligamos para O DAE, (que, diga-se de passagem, chegou ao local em menos de meia hora após a solicitação do serviço) e advinha o que estava causando o problema? Um amontoado de absorventes femininos! Fiquei com a CARA GRANDE, afinal, homem não usa absorvente não è?
O papel higiênico em si, já não é muito correto que seja jogado em vasos sanitários porque se a tubulação for pequena, principalmente em prédios antigos, inevitavelmente uma hora vai entupir. Agora absorventes? É o cúmulo do absurdo!
O papel higiênico só poderia ser jogado no vaso, caso o papel fosse de boa qualidade (que se dissolve facilmente), a rede tivesse uma tubulação adequada (diâmetro adequado, pressão da descarga adequada) e a cidade possuísse tratamento de esgoto adequado, o que não é o nosso caso.
Então fica aí a cutucada! Nem papel! Nem absorvente! E aproveitando o embalo nem camisinhas também, porque segundo o funcionário do DAE, elas também costumam fazer um estrago danado!