terça-feira, 15 de maio de 2012

Os "Ninjas" na mira do SETTRAN

Os "ninjas" continuam à solta pelo centro de Monlevade... Dirigir veículo com uma das mãos e utilizar o aparelho celular, além de perigoso, é ilegal. Perigoso para o próprio condutor que perde parte dos movimentos, pois ele utilizará uma das mãos para segurar o aparelho celular e a outra mão ficará no volante, podendo ser envolver ou causar acidentes de trânsito.

O procedimento correto seria parar o veículo em local adequado e atender ao telefone celular. Mas, como é preciso "doer" no bolso, para que os "ninjas" tomem ciência do perigo! O  SETTRAN tem feito o serviço e a prova está aí! Para os desinformados, o agente de Trânsito, para esse tipo de infração, não é obrigado a parar e autuar o condutor, ele poderá realizar a autuação apenas constando o fato observado no auto de infração, conforme preceitua o §3º do artigo 280 CTB, no qual estipula "Não sendo possível a autuação em flagrante, o agente de trânsito relatará o fato à autoridade no próprio auto de infração, informando os dados a respeito do veículo, ...".

Portanto, segurar ou usar o aparelho de celular enquanto dirige significa usar apenas uma das mãos ao volante, sendo infração prevista no artigo 252, inciso V do CTB: "Dirigir veículo: com apenas uma das mãos, exceto quando deva fazer sinais regulamentares de braço, mudar a marcha do veículo, ou acionar equipamentos e acessórios do veículo; ".Aquele que desrespeitar essa norma comete uma infração média, com penalidade de multa (80 UFIR), perdendo, ainda, quatro pontos no documento de habilitação.
Resumindo, agora os "Ninjas" de Monlevade estão na mira para a nossa alegria!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Este é o nosso país: Marceneiro revoltado escreve à Presidenta e às autoridades

Petrópolis, 20 de abril de 2012
Excelentíssima Senhora Dilma Rousseff, Presidenta da República Federativa do Brasil; Excelentíssimo Senhor Alexandre Padilha, Ministro da Saúde; Excelentíssimo Senhor Sérgio Cabral, Governador do Estado do Rio de Janeiro e Excelentíssimo Senhor Eduardo Paes, Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro,

Meu desejo é que estejam bem em todas as coisas e gozando de boa saúde física e espiritual, assim como bem vão as vossas almas.
Meu nome é Jovam Brasil. Fiz dia 11/04 (onze de abril) 62 anos, sou casado há 35 anos, tenho 3 filhos e 8 netos, graças a Deus, criei bem a minha família dentro de minhas condições.
Trabalho desde os meus 13 anos de idade, criado ao modelo antigo, nunca dei problemas para meus pais. Hoje aposentado, por tempo de serviço, porém, continuo trabalhando, até porque preciso mesmo, pois o valor de minha aposentadoria R$765,47 (setecentos e sessenta e cinco reais e quarenta e sete centavos) não suporta as minhas despesas, que só de remédios gasto R$250,00 (duzentos e cinquenta reais) mensalmente. Sofri uma cirurgia de coração há sete anos, com quatro pontes safena e uma mamária, e tenho administrado bem isto até agora.
Senhores,
Quero participar-lhes um fato que aconteceu comigo que não se pode aceitar a nenhum brasileiro, afinal o nosso País é rico e tem boas condições para atender os seus filhos.
Com 40 anos de profissão me orgulhava de nunca ter me acidentado no trabalho, mas no dia 5 de abril do corrente ano sofri um acidente, prestando serviço na cidade do Rio de Janeiro. Ao cortar um pedaço de madeira, a serra deu um tranco de repente e acabou pegando o meu polegar da mão esquerda, o qual foi decepado o osso na sua totalidade, ficando preso à mão pela cartilagem do lado das digitais, portanto o dedo ficou pendurado.
Fui até uma UPA mais perto, a 5 minutos de carro do local em que estava e uma médica viu e disse: Aqui não podemos fazer nada, vá até o Hospital Souza Aguiar. Passei pela portaria da UPA, muito cheio de sede, fui até o bebedouro, não tinha copos, e a atendente me disse: também não adianta ter copos, não tem água, o garrafão está vazio.
Parti para o Hospital Souza Aguiar, na portaria, primeiro me exigiram que fizesse a ficha e depois fui encaminhado ao setor de atendimento urgente às 13h30min. Quando o setor me atendeu já eram 14h20min, então o médico atendente olhou e me mandou para o raio x, onde a demora foi de mais uma hora, portanto já eram 15h30min. Desci até o setor de ortopedia, onde levei mais de uma hora para ser atendido. Os médicos, muito legais, simpáticos e conversamos numa boa, porém alegaram que não tinham sala desocupada para me atender, pois eu teria que ser internado e precisavam de uma sala especial, porque eu teria que tomar anestesia geral e seria uma cirurgia complicada.
Veio até a mim às 17 horas, uma senhora funcionária do hospital, para me preparar para a cirurgia, trocou minhas vestes, colocou-me as roupas do hospital e conversando comigo de uma maneira muito descontraída disse: Olha Sr. Jovam, os médicos vão dizer para o senhor que não tem sala desocupada para atendê-lo, mas pode ir lá em cima ver, tem sala livre sim, e os médicos e anestesistas sentados batendo papo e tomando cafezinho e não querem saber de nada, alguns não querem isso, mas estão sendo obrigados a aceitar essa situação. Já estou neste hospital há dez anos e gosto do que faço, mas estou enojada do que vejo aqui durante todos esses anos.
Fiquei esperando atendimento até às 20 horas, e tentando negociar com o médico que me atendeu para que me desse uma autorização de saída do hospital, e ele me citando nome de uns quatro ou cinco hospitais da cidade me disse que não adiantaria coisa alguma, que ali no Souza Aguiar era o melhor. Pois bem, eu lhe disse que se estivesse em Petrópolis, minha cidade, eu já teria sido atendido, já teria feito a cirurgia. E a resposta do médico: Não duvido, mas aqui no Rio, NÃO.
Fiquei dentro do hospital das 13 horas até às 20 horas e tudo que consegui nesse tempo, foi um raios-X da mão, uma injeção contra dor e uma injeção contra tétano. E um médico que ficou nervosinho comigo quando lhe cobrei a demora do atendimento.
Tomei a melhor decisão, a que deveria ter feito na hora em que me acidentei, juntei as minhas roupas num saco plástico e sai de porta a fora do hospital com a roupa vergonhosa deste, onde só tapa a frente do corpo, e por causa do grande movimento na estrada em véspera de feriado levamos 2 horas e 30 minutos para chegar ao hospital em Petrópolis, onde prontamente fui atendido.
O que mais me intriga em tudo isso é chamarem a cidade do Rio de Janeiro de Cidade Maravilhosa. Não sei se algum dia foi maravilhosa, mas diante do que conheço desta cidade e posso dizer isso porque a minha vida quase toda trabalhei no Rio, nunca vi nada de maravilhoso, a não ser os pontos turísticos, que conheço bem, mas também são pontos de ladrões, salteadores e aproveitadores.
É esse o nosso País que vai sediar a copa do mundo e também as olimpíadas. E o Rio de Janeiro também vive uma disputa constante, em toda a sua história, com São Paulo, e a única coisa em que essa cidade supera São Paulo é em insubordinação, insegurança, bagunça, assalto e desonestidade. O que se consome no Estado do Rio em sua grande parte vem de fora, principalmente de São Paulo, porque São Paulo mostra que trabalha.
Qualquer ator famoso, político importante, ou algum ricaço, quando precisam de tratamento de saúde vão para São Paulo, porque no Rio não tem condições. Não porque não tenha dinheiro, mas porque não tem respeito pelo seu povo, não há vontade política, nunca houve desejo de mudanças; dinheiro tem, o nosso País é rico e o Estado do Rio também o é. O que nos falta é gente séria, honesta e trabalhadora, principalmente no meio político. Gente que prometa e cumpra, gente que possa se orgulhar do seu trabalho no final do seu mandato.
Em minha cidade, a querida Petrópolis, fui muito bem atendido, tive o dedo reimplantado e estou em plena recuperação, dou graças a DEUS que foi misericordioso para comigo e me socorreu e parabenizo, agradecido, ao médico que me atendeu, foi muito eficiente e ainda está sendo muito atencioso na minha recuperação. Minha oração é que DEUS o recompense.
Este é o meu desabafo, não aceito, que uma cidade como RIO DE JANEIRO, onde se orgulham de tanta coisa, (orgulho besta) não tenha um hospital público, digno do seu povo. Conheci o Hospital Souza Aguiar todo, ali por dentro. Parece mais uma favela, daquelas bem pobres de beira de riachos, onde tudo é construído com sobras de materiais já descartados, enfim, umas portas caindo, arrebentadas, faltando pedaços, piso com defeito, paredes arrebentadas, bebedouros quebrados e um atendimento horroroso, bem digno de um orgulho besta de um cidade chamada de maravilhosa. Acho isto tudo muito vergonhoso, para uma cidade em que na sua unanimidade, chamam-na MARAVILHOSA. Onde está a maravilha? Fosse eu prefeito desta cidade morreria de vergonha e/ou então trabalharia seriamente para mudar este quadro. A cidade do RIO de JANEIRO é como um barraco de pobre onde se presta muita atenção num buraco em que entra o cachorro do vizinho, mas abandona o buraco do rato que destrói a casa. Fala-se muito em UPP, mas abandonam o restante da cidade.
O ex-presidente José Sarney, foi muito bem atendido em SÃO PAULO, pelo menos é do que temos sido informados. Mas em que o senhor SARNEY é melhor do que eu? É um brasileiro? Eu também o sou. É um trabalhador? Eu também o sou. É um chefe de família? Eu também o sou. Tem ficha limpa, é um cidadão honrado, trabalha em favor da nação? TAMBÉM EU!!!!!
Como cidadão, filho desta Pátria, escrevo esta carta protestando, mas desejando que este quadro mude, que as leis constitucionais se cumpram, onde se diz que todo cidadão tem direitos iguais. Não só no RIO DE JANEIRO, onde trabalhei quase que toda minha vida, mas em toda a Nação. Rio de Janeiro, será uma cidade maravilhosa, quando der maior atenção para o seu povo, principalmente na área de saúde, que é uma vergonha e também na educação.
Nossas autoridades precisam sair de dentro dos palácios e sentir a dor do povo.
Que as bênçãos do ETERNO DEUS, criador de todas as coisas, sejam convosco e com todas as autoridades constituídas neste BRASIL.
Deixo, respeitosamente o meu abraço e a honra que lhes é devida com muito carinho.

sábado, 12 de maio de 2012

Ser mãe é carregar o Brasil nas costas...

A colunista Rosana Félix conseguiu traduzir fielmente o papel que as mães têm representado em relação às políticas públicas do Brasil, portanto faço minhas as palavras dela:

 Ser mãe é padecer no paraíso? Muita gente não concorda nem um pouco com esse dito popular, então aqui vai outro, que se enquadra muito melhor ao momento pelo qual o Brasil está passando. Ser mãe é executar os programas do governo. É isso mesmo. As mulheres, chefes de família, são uma peça importantíssima na execução de várias políticas públicas federais.

No programa Minha Casa Minha Vida, por exemplo, o registro do imóvel é feito preferencialmente em nome da mulher. O atendimento a famílias em que a mulher seja a responsável também é prioridade. Isso está previsto na lei que regulamenta o programa. Com certeza há quem veja nisso um sinal de discriminação contra os homens, mas os estudos de gênero estão aí para rebater isso. De forma geral, dá para afirmar que essa preferência acaba trazendo benefícios para o país.

A preferência feminina ajuda a minimizar um problema social. Cada vez mais, as famílias brasileiras são chefiadas por mulheres. Em 2001, esse porcentual correspondia a 28,4%. Pulou para 35,17% em 2009, segundo o IBGE. Então, se o título da casa financiada fica no nome da mulher, é para proteger toda a família, as crianças, e não apenas ela. Essa política é ainda mais importante ao constatarmos que as mulheres são discriminadas no mercado de trabalho e recebem, em média, menos que os homens.

Além de ser responsável financeiramente pela casa, a mãe brasileira continua a principal responsável pelas atividades domésticas. O IBGE informa que o tempo médio que as mulheres gastam em afazeres domésticos é mais do que o dobro da média de horas gastas pelos homens.

Em geral, a mulher ocupa 26,6 horas da semana com atividades domésticas. Os homens despendem 10,5 horas. Considerando apenas as pessos ocupadas, o tempo médio cai para 22 e 9,5, respectivamente.

Se dedicar às atividades domésticas significa se preocupar mais com o dia a dia dos filhos. Por isso é que o Bolsa Família também é pago prioritariamente para as mulheres. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à fome (MDS), elas são as titulares do benefício em 93% das 13,3 milhões famílias atendidas pelo programa.

Para a família receber o benefício, é obrigatório que os alunos de até 15 anos frequentem pelo menos 85% das aulas. Os jovens de 16 e 17 anos devem comprovar a frequência em até 75% na escola. Também é exigida a imunização das crianças com até 6 anos de idade e que as mulheres grávidas ou que estejam amamentando façam acompanhamento médico regular. Questões que, normalmente, pela tradição e cultura brasileira, são as mulheres que acompanham.

Há sinais positivos de que a transferência de renda (tão criticada, mas ainda necessária no nosso contexto social) está funcionando. Com base em dados do IBGE, pesquisadores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) descobriram que as crianças estão assistindo mais aulas. Em 2007, a frequência escolar das crianças de 6 a 16 anos de idade beneficiárias do Bolsa Família era de 94,6%. Se o programa não existisse, a frequência seria de 91,6%. Ou seja: a exigência para o pagamento do benefício aumentou três pontos porcentuais.

Obstáculos

As mães querem o melhor para seus filhos, mas muitas vezes as famílias carentes não têm orientação adequada para gastar bem os recursos que recebem do governo. Por isso as mulheres são tão importantes para a execução de determinadas políticas públicas. Se elas gastarem mal o dinheiro que recebem do Bolsa Família, por exemplo, todo o esforço da nação em bancar esse benefício terá sido um desperdício. Contamos com as mães brasileiras para que isso não ocorra.

 Texto de Rosana Félix- Gazeta do povo


quinta-feira, 10 de maio de 2012

Crianças estão sendo "despejadas" por vans na porta das escolas...

Infelizmente alguns motoristas de vans que realizam o transporte escolar em João Monlevade não demonstram preocupação em relação à segurança quanto ao embarque e desembarque das crianças nas portas das escolas. Constantemente flagro crianças desembarcando, SOZINHAS, de vans que param no meio da rua ou em fila dupla em frente às escolas. Outras seguem sozinhas pelos passeios e o condutor segue sem verificar se as mesmas entraram no portão da escola!

Os pais têm uma parcela de culpa, afinal, antes de contratar um prestador de serviços de transporte escolar será que tiveram o cuidado de:

1.    Verificar as condições do veículo e a documentação pessoal do motorista?

2.    Busca referências na escola e com outros pais, no sindicato dos motoristas ou no DETRAN sobre os serviços prestados?

3.    Exigiu que o embarque e desembarque das crianças fossem feitos com um monitor que as acompanha dentro da van e sempre pelo lado da calçada?

4.    Foi pelo menos uma vez na escola, fiscalizar se realmente as crianças estão sendo deixadas em frente à escola, sem necessidade de atravessar ruas?

5.    Verificou se as condições de higiene do carro e o número de cintos de segurança?

Todos os cuidados são importantes quando tratamos da segurança das nossas crianças. Quanto mais exigente formos na contratação do transporte escolar, mais tranquilos ficaremos ao utilizarmos o serviço.

É necessário também que eduquemos nossos filhos para o trânsito. Eles precisam ser orientados e, especialmente, ouvidos quando relatam as experiências vividas durante o percurso de ida e volta. Seus relatos servirão para o nosso acompanhamento e fiscalização. Lembre-se sempre que a educação traz segurança.


terça-feira, 8 de maio de 2012

Veja as universidades que mais aprovaram no último Exame da OAB

VEJA O DESEMPENHO DAS 20 MELHORES FACULDADES DE DIREITO NO EXAME DA OAB

Instituição
UF
 Fizeram a prova
Aprovados
Índice
1º)
Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF
MG
   102
88
86,26%
2º)
Universidade Federal da Paraíba - UFPB
PB
    58
49
84,48%
3º)
Fundação Universidade Federal de Viçosa - UFV
MG
    40
32
80,00%
4º)
Universidade Federal de Goiás - UFG
GO
   64
51
79,49%
5º)
Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS
RS
   58
46
79,31%
6º)
Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN
RN
    80
62
77,50%
7º)
Universidade Federal de Pernambuco - UFPE
PE
    71
55
77,46%
8º)
Universidade de São Paulo - USP/Ribeirão Preto
SP
    22
17
77,27%
9º)
Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG
MG
   145
111
76,55%
10º)
Escola de Direito do Rio de Janeiro - FGV
RJ
    39
29
74,36%
11º)
Universidade Federal do Acre - UFAC
AC 
    26
19
73,08%
12º)
Universidade de São Paulo - USP/Lgo. São Francisco
SP
  278
203
73,02%
13º)
Universidade de Brasília - UnB
DF
   40
29
72,50%
14º)
Universidade Estadual de Maringá - UEM
PR
   108
77
71,37%
15º)
Universidade Federal de Sergipe - UFS
SE
   48
34
70,83%
16º)
Universidade Estadual Paulista UNESP/Franca
SP
   98
69
70,41%
17º)
Universidade do Estado do Rio Grande do Norte -
UERN
RN   231669,57%
18º)Universidade Federal de Uberlândia - UFUMG   1107669,09%
19º)Universidade Federal do Espírito Santo - UFESES    292068,97%
20º)Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJRJ   996767,68%
Fonte: Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)

Por que R$ 55,7 milhões para UEMG Frutal e 1,1 milhões para UEMG Monlevade?

Secretário Narcio exibindo a ordem de serviço
O secretário Narcio Rodrigues durante a audiência acontecida ontem, 07, na UEMG declarou “de boca” que o governo Anastasia investirá no Campus de Monlevade: “As reivindicações dos alunos são justas. O governador determinou que fossem investidos R$1,1 milhões imediatamente e mais R$1,2 milhões serão repassados à medida que os recursos forem sendo solicitados”, afirmou o secretário.

Porém, para UEMG-Unesco-HidroEX, em Frutal, cidade natal do secretário Narcio,  foi assinada a ordem de serviço no dia 05 de março passado, para o início da obra de implantação do Projeto da Cidades das Águas, com investimentos da ordem de R$ 55,7 milhões. A obra, que será executada pela Construtora Waldemar Polizzi, compreende a construção dos prédios da Biblioteca, do Laboratório/EAD, do alojamento de Pesquisa (Casa de Hóspedes) e mais sete alojamentos do Complexo UEMG-Unesco-HidroEX. “Com a assinatura desta ordem de serviço, o Governo de Minas começa a escrever uma nova página da história de Frutal”, afirmou o secretário.

A pergunta que fica é a seguinte: Por que não foi assinada, ontem, 07, a liberação de verba junto à UEMG Monlevade a exemplo da audiência que aconteceu em Frutal no mês passado?
A impressão que se tem é de que nossos políticos usam das instituições de ensino como “Trampolim eleitoral”.

Esteja certo senhor Narcio Rodrigues que estaremos de OLHO na liberação deste repasse!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Frases de efeito durante a audiência na Uemg:

Narcio Rodrigues
“O espírito tornou-se maior que o corpo” - Narcio Rodrigues, em relação ao nível dos acadêmicos em relação às instalações da Faculdade.

“Temos que mudar a entrada da Faculdade, não é bom dar de cara com um cemitério”! Narcio Rodrigues



 
Rodrigo de Castro

“Fiquei sensibilizado com a história do ‘Kibe’”- Rodrigo de Castro com relação ao estudante de apelido ‘Kibe’, que teria sido aconselhado pelo pai a desistir do curso devido às estruturas da instituição.


“A nossa obrigação é com os estudos, estamos perdendo aulas em semana de prova para buscar solução para problemas que não são nossos” - Presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UEMG, Darlan Coelho.


Não convidamos a Administração Municipal porque ela nunca pode nada”, Tales – membro do DCE.


"Vamos criar o movimento "Fica Kibe""! Acadêmicos que participavam da plateia.

  "Kibe" ao lado do Deputado Federal  Luís Tibé