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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Será que algum vereador de Monlevade teria tal coragem?

O projeto propõe o estabelecimento de um teto para os subsídios dos vereadores. Esse teto seria a média aritmética entre o menor e o maior salário previsto para o professor de educação infantil do município”, explica Almeida Júnior que também é mestre em direito e doutor em educação. Para ele, o objetivo da emenda à Lei Orgânica do município (normas que regem a cidade) é dar uma atenção maior aos professores e abrir precedentes para que outros municípios adotem medidas semelhantes. “A médio prazo, isso implicaria em forçar os vereadores a pensar antes de decidirem aumentar os próprios subsídios. Afinal, antes disso teriam que brigar junto ao poder executivo para aumentar o salário dos professores”, acrescenta o vereador.
Durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de João Monlevade da ultima quarta foram lidas as proposições referente ao projeto 311/2013 que autoriza revisão geral dos subsídios dos agentes políticos da Câmara e o 797/2013 que aprova o Acordo Coletivo firmando entre a PMJM e o SINTRAMON.
É sabido que ambas as situações são amparadas pela lei, porém o curioso é que estrategicamente ambas foram colocadas na mesma pauta. Todos acompanharam a “queda de braço” entre o funcionalismo público - diga-se professores- e administração municipal para a conquista do reajuste salarial. Foram meses e meses de desgaste motivados por greve, operação tartaruga, protestos, reuniões, que nem sempre contou com a participação dos “interessados”. E agora, sem muita dificuldade a Câmara Municipal autoriza o reajuste de 6,2% nos salários dos vereadores a partir do próximo de outubro.
Enquanto em Monlevade nossos vereadores, de certa forma, “pegam carona” no Acordo Coletivo, em Jaú (a 296 km de São Paulo) um vereador tenta pela segunda vez a aprovação de um projeto de lei que equipara o salário de vereadores aos de professores de educação infantil da rede pública municipal. Leia na íntegra:http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/07/19/em-jau-sp-projeto-tenta-igualar-salario-de-vereador-ao-de-professor.htm

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Abandono e desordem !

Ontem, estive visando o Centro Social Urbano, localizado no bairro Loanda. O lugar está totalmente abandonado, como tão bem relatou a jornalista Gabriela Gomes do jornal A Notícia na edição de agosto.http://www.anoticiaregional.com.br/noticia/5066/Centro-Social-Urbano--ha-decadas-abandonado.html
Porém, como se não bastasse o "cenário" horroroso, o local vem sendo utilizado como área de lazer para um grupo de jovens que pregam "o terror” para funcionários e pacientes.
Segundo informações do vigia, os jovens deixam de frequentar as aulas no EMIP para ficarem depredando ainda mais o local: "Eles chegam aqui todos os dias e ficam fazendo algazarras, importunando  as pessoas. Não respeitam autoridade e não adianta chamar a polícia, porque ninguém aparece! Alguém precisa tomar uma providência porque a situação esta terrível”!
Desabafou.
Sem sombra de dúvida, algo precisa ser feito urgente.  Seja via Conselho Tutelar, Secretaria de Serviço Social, Educação ou Comissão da Saúde da Câmara Municipal, alguma medida precisa ser tomada, porque não se pode deixar que jovens empossem de uma área que não lhes pertencem nem de fato, nem de direito, porque se hoje eles somam dez, só Deus sabe a que número chegará amanhã!

sábado, 17 de agosto de 2013

Curtas


Cavalgada I
Todos os argumentos em relação ao não acontecimento da tradicional Cavalgada de Monlevade no Parque do Areão foram voto vencido, uma vez que o Ministério Público bateu o martelo e liberou a área. Se a argumentação ambiental foi inconsciente, talvez seja viável utilizar a Lei do Silêncio, porque se na Avenida Getúlio Vargas o som foi ensurdecedor imagina nas partes altas.

Cavalgada II
Se o objetivo da Cavalgada foi realizar um teste de propagação de som, perderam tempo, afinal o relevo de Monlevade assemelha-se a uma bacia, se retirar o problema do alto, ele recai nas para as partes baixas. Na linguagem popular, é varrer a sujeira para debaixo do tapete.

Cavalgada III
Pela primeira vez, após o tradicional desfile de abertura da Cavalgada, onde os animais lotam as ruas de estrume, houve o cuidado da administração municipal ou dos organizadores do evento em limpar “a sujeira”. Pelo menos na Avenida Getúlio Vargas pude perceber a presença de pessoas realizando a limpeza. Não sei de quem é o mérito, mas, parabéns pela iniciativa!

Denúncias
Nos últimos dias temos acompanhado denúncias importantes, uma envolvendo o Secretário de Meio Ambiente e outra envolvendo o Hospital Margarida. É importante que ambos os casos sejam apurados pelos órgãos competentes e que uma resposta seja dada a população o quanto antes.

Uma luz no fim do túnel

 Tudo indica que o prefeito Teófilo Torres concordou em conceder reajuste salarial aos servidores públicos municipal. Diga-se de passagem, a população de Monlevade já estava pelas medidas com este impasse. Além de ser um desrespeito aos professores, alunos e familiares, a sociedade era obrigada a conviver com o clima tenso das negociações.

Faça o que eu digo mais não faça o que eu faço
Sou favorável a qualquer manifestação popular, desde que a mesma seja pautada pela ordem e pelo respeito. O cidadão que exige a garantia de direito precisa respeitar os direitos dos seus semelhantes, principalmente no que tange a sua vida pessoal. Muitos líderes ao longo da história, como Nelson Mandela, deram uma lição para a humanidade na resolução de conflitos e promoção dos Direitos Humanos levando uma mensagem de paz em tempo de guerra. Incitar o povo na promoção da desordem, do desrespeito, na invasão de privacidade e violação de direito, é medir a população pela mesma régua dos políticos. Direitos e Deveres cabem a todos e o caminho para exigi-lo chama-se Constituição Federal e Ministério Público. O exercício da democracia precisa acompanhar a evolução do tempo, senão estaríamos ainda na “era do Cangaço”.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

A Praça do Povo e do Barulho!


Imagem ilustrativa
Nada contra as manifestações artísticas, porém, o direito de um, se estende até onde o direito do outro começa. Constantemente os shows na Praça do Povo têm se estendido muito além das 22horas, conforme o que determina a lei, perturbando o sono das pessoas que vivem nas proximidades. Na noite de sábado, 27/07 era possível ouvir o barulho à km de distância.
 O bem jurídico Sossego Público não é um bem disponível ou irrelevante. O silêncio é um direito do cidadão. O sono assegura a reparação da fadiga física e da fadiga mental ou nervosa do indivíduo. O sono é composto de várias etapas, cujas durações variam no curso da noite. Primeiramente, entramos num estagio de sono lento ou profundo, assegurando-se principalmente a reparação física. Na segunda parte, onde o sono rápido ou paradoxal é maior, assegura-se a reparação nervosa. Nas fases paradoxais, o sono é relativamente leve e pode ser perturbado por ruídos fracos, o que irá impedir ou entravar a reparação do sistema nervoso. Efeitos como aumento do ritmo cardíaco e da pressão arterial, dispneia, fraqueza, fadiga, dificuldade de concentração, alteração das glândulas suprarrenais, hipófise, dentre outras.
Acontece que, enquanto outros órgãos do sentido descansam durante o sono, os ouvidos se mantêm em estado de alerta. A audição funciona como um alarme e o cérebro produz adrenalina diante do perigo do ruído; concluindo o sistema de defesa continua o mesmo.

   O que determina a lei
A CF artigo 225, determina: “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, imponde-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”. • A responsabilidade pelo dano ambiental independe da existência de culpa, nos termos do art. 14, parágrafo 1º, da Lei nº 6938/81, assim redigido: “Parágrafo 1º- Sem obstar a aplicação das penalidades previstas neste artigo, é o poluidor obrigado, independentemente da existência de culpa, a indenizar ou reparar, os danos causados ao meio ambiente e a terceiros, afetados por sua atividade. O Ministério Público da União e dos Estados terá legitimidade para propor ação de responsabilidade civil e criminal por danos causados ao meio ambiente.”.

Trocando em miúdos, quem se sentir lesado pelos “barulhos” fora de hora na Praça do Povo deve acionar o Ministério Público e fazer valer os seus direitos!

 

sexta-feira, 26 de julho de 2013

O governo não está nem aí para as greves dos professores...

"Greve de professores não faz nem cócegas nos governadores e prefeitos"
Desde o mês de abril deste ano, a rede de ensino municipal se encontra em um impasse, de um lado o Governo Municipal, que tem se mostrado indiferente, se negando a acatar as propostas de reajuste salarial do magistério, do outro a tentativa do Sintramon em fazer valer a proposta de reposição da inflação – 6,77% – mais manutenção de benefícios conquistados pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT), em audiência.

O que se percebe é que nenhum dos dois lados dá mostras de que vai ceder. E como sempre, no meio deste imbróglio, encontra-se a parte mais prejudicada: os alunos, que irremediavelmente, são obrigados a acatar as imposições das partes sem nenhuma contestação.

Falar sobre a precariedade da educação no nosso país é chover no molhado. E não adianta “fantasiarmos” que a situação será resolvida como um passe de mágica, porque não vai!

Desde que entendo por gente, acompanho a questão do magistério e a luta da classe por um lugar ao sol. Inclusive, já acompanhei paralelamente a situação das polícias, que embora ainda não tenham investimentos à altura da demanda, conseguiram do governo mais valorização que o magistério. O que reforça a tese de que segurança, saúde, lazer sempre virão à frente da educação. Não que estes setores sejam desprendidos de atenção, porém não se pode esquecer que sem estrutura educacional compatível, não há uma boa formação profissional. Até quando o professor vai investir na especialização, sem ser valorizado por isso?

Sinto pelos colegas professores que merecidamente reivindicam seus direitos, mas sinto muito mais pelo tempo perdido por estes alunos. Um tempo que não volta e poderá fazer muita falta daqui algum tempo, quando precisarem encarar um vestibular ou a concorrência no mercado de trabalho.
 

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Casa da mãe Joana e dos filhos da mãe.


Como vem retratando o Jornal A Notícia, João Monlevade parece ser uma terra sem lei. Onde tudo é permitido, obstrução de vias públicas, carretas ao longo das avenidas, acomodação de entulhos e lixos e por aí a fora vai.

Mas, não podemos nos esquecer dos “filhos da mãe” que aproveitam das mazelas da nossa cidade para deixarem seus traços de destruição e desordem.

No início do mês a AMA-JM em parceria com a Estância Canteiro Verde levou ao Bosque do Ipê, no Bairro José de Alencar, quase 200 mudas de árvores nativas e frutíferas com o intuito de levar beleza, pássaros e melhorar a recarga hídrica do entorno. O plantio foi realizado com a ajuda de parceiros, dentre eles alguns vereadores, polícia de meio ambiente, escoteiros, ambientalistas, dentre outros.
Porém um indivíduo, talvez insatisfeito pelo mato deixado em volta do coveamento (que tinha como objetivo proteger o solo dos raios solares e facilitar a penetração da água) tratou logo de atear fogo e deixar o ambiente “limpo” do mato e das mudas.
 
Assim como o filho (a) da mãe do episódio Bosque do Ipê, vários moradores das cidades têm o costume de atear fogo no lixo, restos de podas e roçagem, em terrenos e espaços vazio com muito mato. Mesmo sendo nociva ao meio ambiente a saúde e proibida por lei, essa prática é comum em João Monlevade. O que estes indivíduos parecem não saber é que a fumaça gerada pela queima deste material é tóxica, gerando um aumento considerado no atendimento dos postos de saúde e hospitais, onde os principais afetados são crianças e idosos. Os problemas mais comuns são os respiratórios e irritação nos olhos. Sem contar o dano ambiental para a fauna e a flora, como no caso do Bosque do Ipê.
Para sanar ou pelo menos amenizar as queimadas feitas em áreas urbanas, o Poder Público precisa realizar algumas ações preventivas. Como a identificação antecipada dos locais propícios a queimar, notificando os proprietários e dando prazo para limpeza, além também da correta manutenção espaços vazios do Município.

Paralelamente cabe a sociedade fazer a sua parte denunciando os vândalos que ateiam fogo, e comunicando o mais rápido possível a brigada de incêndio e a Polícia, para que possam identificar e prender esses criminosos. A queimada urbana é uma fonte de poluição evitável, por isso a educação ambiental é fundamental nessa questão.
Para se colocar “ordem na casa” é preciso que todos os elementos estejam dispostos a dar a sua contribuição.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

O que falta ao meio ambiente é a atitude!

Faltam lixeiras ao longo da reta do Baú, diagnostico
 confirmado durante a caminhada ecológica.
Estive acompanhando bem de perto as atividades da Semana do Meio Ambiente. Aliás, ao contrário do que alguns possam pensar, as atividades da semana só aconteceram graças às contribuições da iniciativa privada e associações; que inclusive, sentarão nos próximos dias para traçarem metas a serem cumpridas até a atividade do próximo ano, dentre elas, a fixação de lixeiras em alguns pontos da cidade a introdução de árvores no areão, a recuperação de nascentes e a criação de um movimento para impedir que a CEMIG feche a Estação Ambiental de  PETI.
Também não posso deixar de mencionar a qualidade das palestras ministradas ao longo da semana e a ausência das "partes interessadas", como por exemplo,  a palestra : "Poda de Precisão em árvores urbanas "com Luiz Carlos da Gerência de Meio Ambiente da Cemig que não contou com a participação do setor de serviços urbanos da prefeitura municipal.

Leotacílio da Fonseca, ambientalista, troca uma garrafa
 pelo
comprometimento
ambiental do visitante.
Já em relação à visita a Estação Ambiental de Peti foi um misto de contemplação e frustação . Afinal, para quem não sabe a visitação à Estação Ambiental de Peti esta com dias contados. Por decisão da CEMIG, as atividades em torno da educação ambiental dentro da reserva encerrarão no dia 30 de Junho. Inaugurada em 22 de setembro de 1983. A Estação Ambiental de Peti é uma área remanescente da Usina Hidrelétrica de Peti. Localizada no município de São Gonçalo do Rio Abaixo. A Estação Ambiental de Peti tem de área 1.280há, sendo 605 hectares de área terrestre e 675 hectares de Reservatório, sendo este construído para produção de energia elétrica pela Usina de Peti, que abastece as cidades de São Gonçalo do Rio Abaixo, Santa Bárbara, Barão de Cocais, Catas Altas e também gera energia para o sistema integrado da Cemig. Além da sua importância na geração de energia elétrica, Peti é considerada uma área piloto da empresa no que tange aos aspectos ambientais. Em termos de manejo, pode-se afirmar que possuí hoje dados para recuperação de áreas degradadas, controle da população faunística, além de conhecimento das interações entre as espécies da fauna com a flora de Peti. A Estação Ambiental de Peti é diplomada pelo IBAMA como “ASAS” (Área de Soltura de Animais Silvestres), onde os animais também apreendidos pela Polícia Militar do Meio Ambiente passam por uma triagem onde se avalia as condições de saúde dos mesmos para reintrodução futura. Também é desenvolvido o Projeto “PROFAUNA” onde são realizadas a reprodução e reintrodução de algumas espécies como: Cutia (Dasyprocta leporina), Mutum do Sudeste (Crax Blumenbachii), Ananaí (Amazonetta brasiliensis), Pato-do-mato (Cairina moschata). Além dos projetos acima, a Estação ainda conta com um Programa de Educação Ambiental para alunos de ensino fundamental, médio, técnico e superior das escolas das redes pública e particular. E também conta com uma trilha ecológica para cegos. O trabalho realizado com os animais no centro de manejo e demais programas tem assistência de um Médico Veterinário (Rafael Rezende) e Bióloga (Flávia Regina) sob coordenação do Gestor administrativo da Cemig Leotacílio da Fonseca.

Porém o portfólio da Estação Ambiental de Peti foi insuficiente para a CEMIG quando a mesma decidiu por “apertar o cinto”, cortar gastos. Ora, meio ambiente não é lucrativo fora da exploração! Pelo contrário é dispendioso e moroso. Para que gastar dinheiro com pesquisas? Para que recuperar “bichinhos” que foram apreendidos na mão de contrabandistas? Deixem que selem seus destinos de morte, porque o nosso objetivo é alimentarmos de energia a TV, a geladeira, o sistema de refrigeração, a banheira de hidromassagem de nossos consumidores. O ser humano evoluiu em tecnologias de consumo, não tem tempo para olhar para os lados, poucos conhecem o Chico (Sagui-de-cara-branca, rejeitado pelos grupos da espécie, que recepciona os visitantes da estação) e se importarão  com a solidão dele. Então está decidido: Fechem as portas!
É o que eu sempre falo, meio ambiente não precisa de firulas, precisa de atitude!
 










 

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

1200 mulheres Monlevadenses prejudicadas pelo ajuste financeiro da prefeitura de Monlevade.

Por que será que quando a coisa aperta sempre sobra para as mulheres ou crianças? Para “ajustar” as contas da Prefeitura tinham que justamente deixar as mulheres Monlevadenses sem transporte e creche para os filhos pequenos?

Infelizmente, o mercado é ingrato com as mulheres que optam por serem trabalhadoras e mães. E todos nós sabemos que muitas destas mães trabalham e precisam cumprir suas jornadas de trabalho e não dá pra ficar esperando “a situação financeira do município se equilibrar” porque a fila anda para o patrão.
 O preconceito em relação à mulher no nosso país é notável, tanto que dados recentes do IBGE apontam que os salários das mulheres no Brasil com todos os movimentos femininos contrários permanecem 28% inferior ao dos homens. Pesquisas como a recentemente divulgada pela Catho on Line, empresa de recrutamento e seleção, também apontam que mulheres com filhos de até quatro anos têm mais dificuldades para conseguir emprego. Embora isso seja ilegal e imoral, na hora de disputar uma seleção as mulheres são separadas em: com filhos e sem filhos.
Segundo o artigo 30 da Lei 9.394/96 (LDB – Lei de Diretrizes e Bases), a educação infantil é oferecida em creches, para crianças de até três anos de idade e pré-escolas, para crianças de quatro a seis anos de idade.A educação infantil é a primeira etapa da educação básica, e tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, em seus aspectos físicos, psicológicos, intelectual e social, complementando a ação da família e da sociedade.
Esperamos que nosso atual prefeito reavalie sua posição em relação a esta situação, afinal, as mulheres Monlevadenses têm direito ao trabalho e ao estudo.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Volta às aulas... De volta à rotina.

O retorno às aulas se aproxima... Ora, depois de um período de descanso os ânimos estão acalmados, alunos e professores viverão à base da paz e amor. Ledo engano. A realidade da sala de aula na maioria das escolas extrapola a lógica.

Na verdade, ser professor hoje, seja na escola pública ou privada, é um ato de heroísmo. Tanto os pais como os alunos enxergam o professor como uma babá ou um empregado ao qual se deve dar ordens.

Na escola pública, a ordem é aprovar o maior número possível de alunos, para não colocar em risco as verbas doadas pelo governo, estas, na maioria das vezes adquiridas através de números de aprovação apresentadas às fundações “patrocinadoras”. Na escola particular, os pais não aceitam que os filhos sejam reprovados, pois eles estão pagando! Então, resta aos professores ouvir calados os desmandos dos alunos, que estão blindados pela estrutura familiar e social.

 Um aluno pode dizer qualquer tipo de palavrão, ameaça e xingamento ao professor, e o que acontece? Sem sombra de dúvidas, para o professor, calar é mais prudente! Afinal, garante o salário e protege os dentes.

Parece brincadeira, mas se o professor ousar em reclamar ou retirar o aluno de sala, o errado será o professor, pois ele constrangeu o aluno. Esqueceram-se do Estatuto da Criança que protege o aluno?

Sem contar que, professor que “grita” em sala de aula ou pedi silêncio em tom alto, será visto como um desequilibrado, precisa de aposentadoria! Estudos já comprovaram que a carga de estresse do trabalho do professor só perde para a de médicos e policiais. Mas, ainda assim, professor tem que ser pacato, tem sofrer calado!

Reclamar a quem? Aos pais? Muitos se quer acompanham o rendimento dos filhos na escola.  A grande maioria trabalha longe de casa e por viverem tempo demais longe dos filhos tornaram-se permissíveis demais. Muitos compensam a ausência de afeto enchendo os filhos de mimos, fazendo as vontades dos filhos, restringindo o “não”, criando verdadeiros “monstrinhos”! Muitos pais infelizmente esquecem que viver em sociedade exige respeito às normas e que a educação tem que vir do berço e não da sala de aula.

A culpa de tudo isto esta na sociedade elitista e hipócrita em que vivemos! O ato de projetar as nossas responsabilidades no outro, de querer tomar conta do mundo sem olhar para o nosso umbigo!  O que vale é o ter, o poder! Se você tem dinheiro, você tudo pode! Reclamamos diariamente da corrupção no país, da compra de votos e da “bandidagem”, mas, ao mesmo tempo, fazemos vistas grossas ao comportamento dos nossos filhos.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Secretaria Estadual de Educação investiga a Escola Estadual Alberto Pereira Lima

A chegada de novos livros didáticos chegou a ser questionada pelo
Grupo Alberto Democrática, mas segundo Gabriel , a mesma já
 era aguardada pela escola.   Foto: Gabriel Hennry
 
Segundo informações de alunos que compõem o  Grupo Alberto Pereira Lima Democrática, funcionários da Secretaria de Estado de Educação estiveram nesta quinta-feira, 8, na escola visando apurar as denúncias dos alunos em relação à conduta da diretora Maria Aparecida de Souza.

Segundo os alunos, ao chegarem à escola, os funcionários da SSE, encontraram os documentos trancados, tendo então, solicitado o comparecimento da diretora Maria Aparecida de Souza no local. Alguns estudantes, escolhidos aleatoriamente pelos responsáveis pela sindicância, foram questionados, além das vendas dos livros, sobre questões como aprendizado, merenda, limpeza e condições do laboratório de informática.

Professores que atuam na Alberto Pereira Lima também ficaram responsáveis por redigir um relatório individual expondo a situação da escola. O mesmo documento também será apresentado por alguns alunos que tem mais de 18 anos.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Escola E Alberto Pereira Lima deverá sofrer intervenção da SRE

Duas toneladas de livros foram vendidos para a Reciclagem,
inclusive livros novos que professores estavam utilizando em curso
Os Vices diretores da Escola Estadual Alberto Pereira Lima, Flávio Crisóstomo e Regina Perpétua estiveram reunidos com a SRE Nova Era/SEEMG (Superintendência Regional de Ensino de Nova Era) na manhã desta segunda-feira (22), buscando uma solução para os problemas instalados na referida Escola, dentre eles, a venda de duas toneladas de livros didáticos para um galpão de reciclagem efetuada pela a atual diretora Maria Aparecida Souza.

Maria Aparecida, que se encontra afastada desde a última quinta-feira (18), teria negado a venda do material didático. No entanto, após uma inspeção na escola, realizada pela Superitendência de Ensino,  ela teria caído em contradição e assumido a venda dos livros para o custeio de contas de telefone da escola. Momento em que a mesma foi alertada das consequências que seu ato poderia advir por estar contrariando o disposto no Decreto 45085/09.

Outra polêmica envolve a Escola E. Alberto Pereira Lima

Segundo relatos de alunos e professores, houve uma reunião do Colegiado, juntamente com a Inspetoria de Ensino, ocorrida no dia 04/10 na sede da EEAPM, onde a Diretora teria acusado os vice-diretores Flávio Crisóstomo e Regina Perpétua, de não estarem cumprindo suas atribuições. Fato que culminou no pedido de exoneração dos cargos de ambos.

Porém alunos e professores contestam a decisão do colegiado. Segundo os mesmos, a atitude foi arbitrária e não reflete o desejo da maioria da escola: “Flávio Crisóstomo e Regina Perpétua estão sempre presentes. Aqui não existe diálogo. Raramente a diretora Maria Aparecida de Souza direciona aos professores questões referentes à escola. Não fomos convidados a participar da reunião. Tomei conhecimento dos fatos através de terceiros”, declarou Ione Zélia Almeida professora de Matemática na escola há três anos. E complementou: “Sinto falta da diretora na sala dos professores, para discutirmos assuntos referentes à escola”.

Opinião parecida tem a professora de química e matemática, Jara Dea Ribeiro Santos: “Já fui vice-diretora da atual diretora e se quer tinha acesso à sala de direção. Normalmente, quando há reunião de Colegiado toda a escola é convocada. Novamente fomos surpreendidas pela falta de diálogo”, disparou Dea.

Para os alunos Lorena S Gomes, e Yuri Guilherme, ambos do 2º ano, os vices- diretores têm cumprido suas atribuições. “O Flávio é visto diariamente na escola, inclusive a organização, a evasão de alunos e até a disciplina melhorou muito depois que ele (Flávio) assumiu o posto na escola”, declararam.

Flávio Crisóstomo alega estar cumprindo as funções que lhes foram atribuídas, porém reclamada da dificuldade em ser atendido pela diretora: “Tenho cumprido meu papel na área disciplinar e levado as demandas à diretora Maria Aparecida Souza, mas a mesma ignora meus encaminhamentos. Foi injusta a decisão e, portanto pretendemos ir até a última instância”, concluiu.
A SRE Nova Era/SEEMG (Superintendência Regional de Ensino de Nova Era) deverá dar um parecer sobre o assunto na próxima sexta-feira, dia 26.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Alunos realizam protesto contra suspeita de irregulares na Escola Estadual Alberto Pereira Lima

 
Através de uma Carta divulgada no Facebook, no Grupo Transparência,  alunos do terceiro ano da Escola Estadual Alberto Pereira Lima (EEAPL), organizaram-se num movimento denominado ALBERTO PEREIRA LIMA DEMOCRÁTICA, para  dar ciência  à população de várias irregularidades que vêm acontecendo dentro da referida escola. Dentre elas, a venda de 2000 (dois) mil livros, digo, quilos de livros- novos e usados – para um galpão de reciclagem.
Segundo os relatos de Gabriel Henrique  e Thomaz Romário, líderes do movimento, a venda dos livros foi confirmada pela própria diretora que alegou como motivo o custeio de contas de telefone da instituição de ensino.
Durante o movimento houve o relato  de alguns alunos sobre a situação, e, várias outras irregularidades foram apontadas, como a falta de diálogo entre a direção e os alunos, o uso de computadores por familiares da Diretora ( fato que foi fotografado por alunos) e a péssima qualidade da merenda: “Ficamos sabendo da doação de peito de frango para a nossa merenda, mas até hoje não vimos nada”, declarou uma aluna.

A biblioteca da escola que ocupava uma sala maior foi transferida para uma bem menor e
ainda assim, com prateleiras vazias.
Um fato amplamente relatado entre os alunos é a falta de diálogo entre os alunos e a direção da escola e um possível “complô” para a retirada do vice-diretor, Flávio Crisóstomo pela atual diretora: “A diretora nunca nos ouve, tivemos voz só no ato de elegê-la; e só votamos nela, por causa do Flávio”, desabafou uma aluna.  
Segundo Eric Andrian Fonseca, membro do colegiado e representantes dos alunos, houve recentemente uma reunião com a Inspetoria de Ensino de Nova Era com o objetivo de se apurar os fatos, onde a diretora Aparecida Souza teria acusado o vice-diretor de  não estar cumprindo devidamente suas funções:  “Procuramos o Flávio para averiguar as acusações já que o mesmo não estava presente, e ele (Flávio) além de se justificar nos tornou cientes do que verdadeiramente estava ocorrendo”, declarou Eric.

Procurei a Diretora da Escola, Aparecida Souza, porém recebi a informação de que a mesma está afastada  das atividades da escola desde a última quinta-feira e só deverá retornar ao final desta semana. Os vice-diretores Flávio Crisóstomo e Regina Perpetua agendaram uma reunião nesta manhã com a Superintendência de Nova Era para tentarem solucionar o problema.

Carta na íntegra:Os alunos do terceiro ano da Escola Estadual Alberto Pereira Lima (EEAPL) vêm através desta na pessoa do representante da turma 302 Thomaz Romário Albano pedir apoio ao movimento denominado ALBERTO PEREIRA LIMA DEMOCRÁTICA organizado a fim de pressionar as autoridades cabíveis para que sejam solucionados os seguintes fatos:
  • ITEM A - Venda irregular de livros didáticos – fato provado através de carta da superintendência regional de ensino onde se relata que a diretora vendeu os livros e ocultou tal fato... Em seguida apos apuração a mesma disse ter vendido os patrimônios a fim de custear contas de telefone.
  Parecer da comissão: 01 Em hipótese alguma um diretor de instituição publica pode vender patrimônios sem primeiro ter autorização oficial. 02 Para que seja paga a conta telefônica o governo já envia verba para tal fim. 03 não foi prestadas as devidas contas aos alunos sendo tal fato ocultado (os livros pertenciam os alunos, pois o governo envia os didáticos em quantidade exata em relação à listagem passada pela direção da escola a fim de que cada aluno o possua).
  • ITEM B - Trata-se de fato ainda não confirmado, pois não houve manifestação da superintendência ate a emissão desta – Breve: Os vice-diretores podem a qualquer momento deixar a direção da escola (SUSPEITA-SE QUE A SUPOSTA SAÍDA SEJA MOTIVADA POR INTERESSE POLITICO DA DIRETORA). O fato mencionado já foi votado e aprovado no colegiado (órgão este, de quem a comissão SUSPEITA ser diretamente influenciado pela diretora).
• No referido acima estamos aguardando a notificação oficial da superintendência de ensino para que seja decidida a postura dos alunos quanto o ocorrido.
  Estamos agindo de forma organizada e solicitando o apoio de instituições que vise à juventude como um todo, são elas: Pastoral da Juventude, Umes, Conselho de Juventude, entre outros. Também pedimos apoio a instituições que visem o combate à ”corrupção” são elas: blogs, sites, jornais, revistas entre outros.
  Podem parecer simples as nossas reivindicações, porem trata-se do ambiente escolar onde deveria ser exemplo a democracia em si e não o contrario.
  Quanto ao referido apoio somente pedimos que divulguem da forma possível os fatos (podemos disponibilizar os documentos dos quais temos acesso )... Às instituições pedimos que divulgue na hipótese do apoio uma nota à comunidade.
   Em nosso movimento jamais será aceito algum tipo de algazarra. Estamos sendo prudentes com as palavras por se tratar de algo que se confirmado caberá exoneração ou mesmo prisão... Justamente por tais fatos fizemos questão de destacar, por exemplo, quando se trata de suspeitas.
Contamos com apoio de professores e de demais turmas da instituição, não nos referimos a todos, mas sim a maioria.
Obrigado pela disponibilidade aguardamos resposta o mais breve.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

O Brasil que o Brasileiro carrega!


Admira-me muito os defensores da política Brasileira. Muitos destes, trabalhadores, que às duras penas vendem horas de suas vidas diariamente e vestem a "camisa" de seu país.
Orgulho de que? O Brasil é movido à base dos paliativos. Como não há competência ou “boa vontade” na solução dos problemas sociais, criam-se  vale gás, vale leite, bolsa escola, bolsa família ...Tornando-se, no decorrer dos anos, na verdade, em Mecanismo, único, de comodidade e inércia Política.

Programas estes que contribuem para o crescimento demográfico, desorganizado e artificial, das camadas e o distanciamento das classes. E, não precisamos ir além das fronteiras para a constatação dos males. Numa visita recente aos bairros Santa Cecília, Corumbiária de Vanessa e Nova Monlevade fiquei assustada com o número de crianças. Mas, e daí? Povoemos o Brasil.

Afinal, as soluções são simples para os problemas emergentes! Regulamentemos os planos de saúde para resolver os problemas das redes públicas de saúde no Brasil... Privatizemos as estradas para resolvemos os problemas rodoviários... Criemos sistemas de cotas para “sanar” as falhas do ensino público... Concluindo, pague a população o preço da hipocrisia de governo que não atua como deve atuar.
Precisamos ter consciência, que a aprovação do sistema de cotas não invalida a luta por uma educação pública de qualidade. Não podemos ser iludidos. O povo Brasileiro não precisa receber esmolas, haja vista, que na maioria das vezes paga por direitos constituídos.

Também, não precisamos de “prêmio de consolação” para “castas”, precisamos que todos os brasileiros sejam tratados com IGUALDADE SOCIAL.
Chega de  pontes construídas em caráter provisório e emergencial, para esconder os desmandos e desigualdades que existem no Brasil.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Retorno de Feriado marcado por chuva e congestionamento...

Chuva, imprudência e excesso de velocidade são fatores que não combinam. Inegavelmente, a maioria dos acidentes de trânsito é causada pela imprudência dos motoristas. A ultrapassagem em locais proibidos e a velocidade acima do permitido são as principais causas. Ontem, próximo ao anel rodoviário de João Monlevade, havia quilômetros de congestionamento. E mesmo com o mau tempo, havia motoristas que se aventuravam em ultrapassagem pela direita.•. É preciso ter atenção e bom senso ao pegar a estrada, afinal pressa é inimiga da perfeição!
 

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Tolo é quem vai na conversa do "povo"!

Ingênuo é quem pensa que tem o poder de agradar a todos... Nem Cristo conseguiu! Quem somos nós?! Cada um tem a sua consciência, cada um faz o seu trabalho e bola para frente!

O homem, seu filho e o burro
Um homem ia com o filho levar um burro para vender no mercado.
– O que você tem na cabeça para levar um burro estrada afora sem nada no lombo enquanto você se cansa? – disse um homem que passou por eles.
Ouvindo aquilo, o homem montou o filho no burro, e os três continuaram seu caminho
– Ô rapazinho preguiçoso, que vergonha deixar o seu pobre pai, um velho andar a pé enquanto vai montado! – disse outro homem com quem cruzaram.
O homem tirou o filho de cima do burro e montou ele mesmo. Passaram duas mulheres e uma disse para a outra:

– Olhe só que sujeito egoísta! Vai no burro e o filhinho a pé, coitado...

Ouvindo aquilo, o homem fez o menino montar no burro na frente dele. O primeiro viajante que apareceu na estrada perguntou ao homem:

– Esse burro é seu?

O homem disse que sim. O outro continuou:

– Pois não parece, pelo jeito como o senhor trata o bicho. Ora, o senhor é que devia carregar o burro em lugar de fazer com que ele carregasse duas pessoas.

Na mesma hora o homem amarrou as pernas do burro num pau, e lá se foram pai e filho aos tropeções carregando o animal para o mercado. Quando chegaram, todo mundo riu tanto que o homem, enfurecido, jogou o burro no rio, pegou o filho pelo braço e voltou para casa.


Moral: Quem quer agradar todo mundo no fim não agrada ninguém.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Canteiro Literário

Quem passou pela Av. Rodrigues Alves na semana passada deve ter notado uma "decoração diferente" no canteiro central da avenida... Tratava-se de poemas criados pelas crianças do CERP (Centro Educacional Roberto Porto) resultantes do projeto "Chá, Biscoito e Poesia” que foram expostos à apreciação dos pedestres... Presenciei várias pessoas lendo as produções das crianças.

Também estive em Belo Horizonte na época do lançamento do projeto Leitura para Todos (textos afixados na parte traseira dos bancos dos ônibus com cordões de nylon, apresentados no formato A4 e plastificados permitindo que o usuário tenha acesso às obras literárias durante a sua viagem) há alguns anos e pude presenciar muitos usuários deleitando-se em leituras... Mas, diga-se passagem, são situações bem isoladas...

Com tanta oferta de "conteúdos melhores", despertar, incentivar e promover a leitura no âmbito escolar não tem sido uma tarefa muito fácil aos educadores. Principalmente, porque no âmbito familiar a prática da leitura está longe da realidade de muitos... Mas, o que podem fazer os pais para estimular o hábito da leitura em seus filhos? O acesso à leitura, ao contrário de muitas “porcarias” financiadas pelo governo, ainda é “restrito”! Mesmo com a tecnologia, existe ainda uma distância muito grande entre “obra-leitor”. Quem quer ler deve recorrer a uma biblioteca, comprar livros (ainda caros...) ou recorrer à internet.

O baixo índice de leitura entre os brasileiros não só prejudica um indivíduo, mas toda a sociedade. A leitura é uma forma de demonstrar que certa sociedade está apta a percorrer novos caminhos, torna o individuo questionador, formador de opiniões, evitando com que o mesmo venha cair nas “armadilhas” das políticas de massa.


terça-feira, 8 de maio de 2012

Veja as universidades que mais aprovaram no último Exame da OAB

VEJA O DESEMPENHO DAS 20 MELHORES FACULDADES DE DIREITO NO EXAME DA OAB

Instituição
UF
 Fizeram a prova
Aprovados
Índice
1º)
Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF
MG
   102
88
86,26%
2º)
Universidade Federal da Paraíba - UFPB
PB
    58
49
84,48%
3º)
Fundação Universidade Federal de Viçosa - UFV
MG
    40
32
80,00%
4º)
Universidade Federal de Goiás - UFG
GO
   64
51
79,49%
5º)
Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS
RS
   58
46
79,31%
6º)
Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN
RN
    80
62
77,50%
7º)
Universidade Federal de Pernambuco - UFPE
PE
    71
55
77,46%
8º)
Universidade de São Paulo - USP/Ribeirão Preto
SP
    22
17
77,27%
9º)
Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG
MG
   145
111
76,55%
10º)
Escola de Direito do Rio de Janeiro - FGV
RJ
    39
29
74,36%
11º)
Universidade Federal do Acre - UFAC
AC 
    26
19
73,08%
12º)
Universidade de São Paulo - USP/Lgo. São Francisco
SP
  278
203
73,02%
13º)
Universidade de Brasília - UnB
DF
   40
29
72,50%
14º)
Universidade Estadual de Maringá - UEM
PR
   108
77
71,37%
15º)
Universidade Federal de Sergipe - UFS
SE
   48
34
70,83%
16º)
Universidade Estadual Paulista UNESP/Franca
SP
   98
69
70,41%
17º)
Universidade do Estado do Rio Grande do Norte -
UERN
RN   231669,57%
18º)Universidade Federal de Uberlândia - UFUMG   1107669,09%
19º)Universidade Federal do Espírito Santo - UFESES    292068,97%
20º)Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJRJ   996767,68%
Fonte: Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)

Por que R$ 55,7 milhões para UEMG Frutal e 1,1 milhões para UEMG Monlevade?

Secretário Narcio exibindo a ordem de serviço
O secretário Narcio Rodrigues durante a audiência acontecida ontem, 07, na UEMG declarou “de boca” que o governo Anastasia investirá no Campus de Monlevade: “As reivindicações dos alunos são justas. O governador determinou que fossem investidos R$1,1 milhões imediatamente e mais R$1,2 milhões serão repassados à medida que os recursos forem sendo solicitados”, afirmou o secretário.

Porém, para UEMG-Unesco-HidroEX, em Frutal, cidade natal do secretário Narcio,  foi assinada a ordem de serviço no dia 05 de março passado, para o início da obra de implantação do Projeto da Cidades das Águas, com investimentos da ordem de R$ 55,7 milhões. A obra, que será executada pela Construtora Waldemar Polizzi, compreende a construção dos prédios da Biblioteca, do Laboratório/EAD, do alojamento de Pesquisa (Casa de Hóspedes) e mais sete alojamentos do Complexo UEMG-Unesco-HidroEX. “Com a assinatura desta ordem de serviço, o Governo de Minas começa a escrever uma nova página da história de Frutal”, afirmou o secretário.

A pergunta que fica é a seguinte: Por que não foi assinada, ontem, 07, a liberação de verba junto à UEMG Monlevade a exemplo da audiência que aconteceu em Frutal no mês passado?
A impressão que se tem é de que nossos políticos usam das instituições de ensino como “Trampolim eleitoral”.

Esteja certo senhor Narcio Rodrigues que estaremos de OLHO na liberação deste repasse!

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Sistema de cota ou racismo às avessas?

A meu ver, o sistema de cotas é a maior prova do racismo: além de injustas e inconstitucionais, as cotas raciais se prestam apenas para dividir a sociedade segundo a cor da pele de seus cidadãos. Assim, deveríamos também admitir cotas para os gagos, gordos, feios e disléxicos. Em alguns desses casos com alguma razão, pois certamente as pessoas mais feias ficam em desvantagem, por exemplo, no momento da entrevista para se conseguir emprego. Deveríamos tratá-las de forma desigual?

Sem contar, que é um convite para que pessoas com desenvolvimento educacional adequado trilhem o caminho facilitado das cotas, com ricos se aproveitando delas, com a perversão do sistema e banalização do ensino. Será que este profissional depois de formado terá credibilidade no mercado de trabalho?

E depois acho que isso fere o principio da igualdade, além do que, no Brasil é muito difícil determinar quem é negro e quem não é. Meu filho é branco, mas o meu avô era negro. Como classificar isso? Se ele perder a vaga para alguém com a pele negra terá o direito a reivindicar, já que é afrodescendente?

Acho que todos devem ser tratados com igualdade de direitos, indiferente de etnia, raça ou castas.  No caso de ingresso em rede de ensino superior, os critérios deveriam ser por mérito, capacidade. Defendo as cotas em detrimento de outros fatores, como a renda do candidato.

Criar sistemas de cotas é mascarar o problema da educação no Brasil; uma invenção do governo para tentar encobrir o erro da educação precária e de má qualidade. A carência do ensino deve ser combatida com mais vagas nas escolas, melhor incentivo à escolarização e investimentos na área da educação.

domingo, 22 de abril de 2012

Voto aos 16 anos, um convite à cidadania! Mas, qual cidadania?!

 O TSE lança campanha do voto aos 16 anos. A expectativa para esse ano é um saldo de 100 mil novos jovens votantes. A Campanha nacional tem o objetivo de conscientizar os jovens sobre a importância de votar e incentivar estudantes a tirar seus títulos.
 A proposta se baseia na inclusão dos jovens na qualificação do debate sobre as políticas públicas de juventude dentro do processo eleitoral, extrapolando o velho modelo da tematização dos jovens como objeto das políticas para a concepção do jovem como sujeito capaz de mediar, negociar, se contrapor e influir na construção de um mundo melhor.
 Pontos a se considerar: O jovem de hoje está ciente dos problemas relacionados ao transporte escolar, renda familiar abaixo do necessário, falta de oportunidades no mercado de trabalho, poucas opções para uma melhor formação profissional e outros;
Também já percebeu que ainda continua sendo renegado e excluído de programas e de projetos dentro de sua própria localidade;
É fato também, que o jovem de hoje quer e gosta de mudanças e não tem medo quando precisa divulgar suas opiniões. Não há limites, tema ou um motivo específico nas redes sociais para o jovem, pois em qualquer assunto ele esta lá, debatendo e sempre falando o que pensa.
 
Porém, todos nós sabemos que , o conceito de "Cidadania" está afastado do espaço da educação donde "Espaço de Educação e Cidadania" não passa de um "slogan" . Como não tiveram ensino adequado na Escola (desde a primária e por aí fora) não sabem ler as "cartilhas" que os partidos dizem ser os Programas de governo, apresentados em edições revistas e aumentadas, ou diminuídas, conforme o ‘espectro’ político observado em pré eleições.
 Bom...eventualmente eleitos, (com a ajuda dos jovens de 16) vão aprender( ou dar continuidade )ao  Espaço Démocrático e a Cidadania com os colegas do Parlamento que já estão inquinados e subverteram o conceito..."Pior a emenda que o soneto". Os que MAL nascem educados...tarde ou nunca se revelam com aptidões para a real Cidadania.
 
 O jovem de hoje não é omisso e tende a acreditar na força de renovação como instrumento importante de transformação; O jovem de hoje compreende que a política, embora tão desacreditada por tantos, faz parte do nosso dia a dia e é fundamental para a sobrevivência de nossa sociedade;
 Entretanto, votar por votar não é a solução. É necessário que o jovem que decide votar aos 16 pesquise sobre seu candidato, veja seus mandatos e propostas e faça uma escolha responsável e principalmente, tenham garantia do que foi prometido seja cumprido!