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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Leischmaneose: a culpa não é do cachorro, e sim da sujeira!



Infelizmente, a leishmaniose fez uma vítima fatal em Monlevade. Trata-se do soldado Carlos Peixoto Miranda da Polícia Militar de João Monlevade conhecido regionalmente pelo seu brilhante trabalho à frente do Programa Educacional de Resistência às Drogas (PROERD) da Polícia Militar de João Monlevade. Um jovem rapaz, com uma vida interira pela frente foi derrubado por um “mosquitinho” insignificante quanto ao tamanho, mas devasso na transmissão da leishmaniose. É importante salientar que, antes que saiamos “atirando pedras nos cachorros”, principalmente nos de rua, que nos atentemos que o principal vilão da leishmaniose é o mosquito-palha ou asa branca como é popularmente conhecido; que devido a quantidade de mato instalado aos quatro cantos de João Monlevade tem encontrado ambiente propício para se proliferar. Na verdade, os cachorros domésticos e os de rua são tão vítimas quanto nós. Os meios para evitar a proliferação do mosquito-palha são bem parecidos com os métodos utilizados no combate ao mosquito da dengue. E a recomendação é manter casa e o quintal sempre limpos. Se houver galinheiro, chiqueiros ou canil deve-se mantê-los limpos e secos. As folhas de árvores, fezes de animais e restos de madeira devem ser recolhidos, porque acumulam umidade e favorecem a criação do mosquito-palha. O lixo doméstico deve ser embalado corretamente e os moradores devem ficar atentos para não deixar juntar lixo nos terrenos baldios perto de suas casas. Em residências com cães, deve-se evitar que o animal durma dentro de casa — o ideal é mantê-lo sempre no quintal.
 Concluindo, é uma lástima a morte do soldado Carlos Peixoto Miranda e que sua morte sirva de alerta que: Sujeira mata!

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Monlevade em “tons de cinza”!


(Foto: Serginho)
Véspera de natal e não consigo enxergar nas pessoas aquele sentimento eufórico típico da época. Quem nunca deparou com o termo “esquenta”, muito utilizado pela moçada para referir a aqueles momentos que antecedem a tão esperada festa; uma forma de chegar no “clima”; creio eu!
Pois bem, de certo, o céu de Monlevade anda meio cinzento, e ainda que a chuva venha corroborando, está faltando o “esquenta” para os Monlevadenses! Aliás, a única coisa que anda meio quente são os “ânimos”, diante aos inúmeros  problemas que o município vem apresentando!
Também, não é para menos, enquanto vários municípios se preparam para o natal ornamentando praças, ruas e avenidas, Monlevade segue na contra mão do clima natalino: cidade suja, esburacada, tímidas decorações natalinas nas residências (e nenhuma na cidade), vitrines sem vida e o que é pior um povo sem esperanças (e povo sem esperança, é povo sem vida). Tradicionalmente tínhamos ornamentações de natal, mas neste ano o cartão postal da cidade está sem brilho, sem luzes, sem o clima natalino.
 A sensação que se tem é que a chama do pavio está se esvaecendo... Fico a imaginar se pudéssemos converter a nossa imagem, buscar todas as cores da paleta para preencher cada pedaço que anda sem cor.  E o pior que de tempos em tempos nos é dado ferramentas para colorir o cenário, mas, ainda assim, optamos pelos tons de cinza!
Para quem é “temente a Deus”, cabe então buscar a “chama do natal” dentro da interiorização e das comemorações familiares, e acima de tudo, dobrar os joelhos no chão e orar por tempos melhores.  Porque nestas alturas do campeonato, Monlevade carece urgentemente de um milagre!

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Nossa sociedade realmente se importa com o idoso?

Hipocrisia à parte, não é de hoje que observo o comportamento de nossa sociedade em relação ao idoso. Na verdade o problema começa no berço, no seio familiar, onde os idosos são, na grande maioria, colocados de lado, assim como um “eletrodoméstico” que teve sua vida útil, porém ficou fora de moda, ultrapassado, devendo ser encostado, ainda que funcione.
Deprecia-se, critica-se o idoso ao ponto dos mesmos se verem com um estorvo para sociedade. Muitos idosos buscam o isolamento nas casas de repouso por não se sentirem queridos no seio familiar e na sociedade.

Nas rodas de conversas, nunca há espaço para o idoso e ainda que alguém educadamente o convide para relatar suas experiências e opiniões é visível a falta de paciência entre os ouvintes, que saem um a um, sem ouvi-lo falar.

Estima-se que, em todo o mundo, cerca de 1 milhão de pessoas cruzem a barreira dos 60 anos de idade por mês. Em 2050, deverão existir 2 bilhões de idosos, mais da metade deles vivendo em países como o Brasil. Porém, o que esperar de uma sociedade que vive a cultura do belo, em que a valorização recai sobre a juventude com sua potência e vigor?

O ECA (Estatuto das Crianças e dos Adolescentes) que a meu ver, mais serviu para proteger o jovem delinquente contra pais e professores, é muito mais cobrado que o Estatuto do Idoso, que completa 10 anos, tendo vários direitos somente no papel.
Por exemplo, a questão das filas e do transporte coletivo; a fila preferencial é a mais lenta, pois normalmente conta somente com um funcionário (e nem sempre o mais eficiente) para atender. No ônibus, faltam assentos e segurança para o transporte dos idosos.  Sem contar que, muitos idosos também utilizam da fila preferencial e a passagem gratuita nos coletivos, para pagarem contas de seus familiares e ou de empresários, que os usam como office-boys!

Enfim, o idoso passou a ter uma participação mais ativa na sociedade, mas a população não se preparou para lidar com a velhice. É preciso que a sociedade entenda que os idosos fazem parte da sociedade e têm o seu direito constitucional garantido, merecendo, por conseguinte respeito e valorização.  

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Curtas


Conferência, Seminário, Audiência e embromação.
Fico a me perguntar o porquê de tantos dispositivos inventados para ludibriar a população. É um gasto de tempo desnecessário, uma vez que nada é germinado além das falácias. Existem ideias e projetos que se perderam em meio aos discursos e papeladas. Recentemente aconteceu a Conferência Municipal dos Serviços Sociais e, fazendo um parâmetro com a que ocorreu no ano de 2012, pude observar que quase nada do que foi proposto foi cumprido. No final do mês teremos a Conferência Municipal da Saúde; seria muito bom se as entidades levassem as propostas apresentadas no ano passado para que pudéssemos verificar o que foi feito pela administração para melhorar a saúde da população de Monlevade.


Água mais cara e falta d’água.
Que a conta d’água em João Monlevade ficou mais cara já não é novidade. Mas talvez o que ninguém saiba é que o problema relacionado à falta d’água ainda não foi solucionado. Vários bairros estão amargando o problema que se arrasta desde a administração passada. A única diferença é que durante a administração do Prandini a população tinha acesso à rádio (da oposição) para “soltar a voz” e reclamar sobre o problema, porém agora, o assunto corre sobre “segredo de estado”.

Recorrer a quem?
Li uma reportagem no jornal A Notícia sobre o aniversário da Lei Maria da Penha onde a Delegada da Delegacia da Mulher de João Monlevade, Monique Moraes Bicalho, fala da necessidade da mulher realizar a denúncia do agressor. O gargalo do problema em Monlevade está além da denuncia.  Como não foi viabilizada a Rede de Atendimento à mulher vitima de violência , precisa-se saber quem irá dar o atendimento psicologico , juridico e social que as mulheres necessitam. A mulher para denunciar precisa ter a certeza de que irá ter com quem contar  após a denúncia.  

Fogo para todo lado!
 
A forma que a população de Monlevade encontrou para resolver o problema da sujeira da cidade foi o fogo. O mês de Agosto normalmente é considerado o mês de alerta para o Corpo de Bombeiros, porque o fogo associado ao clima seco e incidência de ventos, espalha rapidamente por grandes áreas, provocando incêndios em áreas urbanas e rurais.    Muitos incêndios são causados pelo fogo que as que as pessoas colocam para eliminar lixo ou folhas que caem das árvores. Ontem à noite flagrei uma situação destas em frente ao antigo Recanto Bougainville.É bom que os órgãos responsáveis estejam atentos a esta prática e principalmente é preciso que a administração municipal dê o exemplo, porque desde a gestão do Moreira que presenciamos funcionários da Prefeitura ateando fogo em material de capina.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Questão de ponto de vista.


Caso Telles
O vereador Telles não é o primeiro, nem será o último a “alocar conhecidos” no serviço público, até porque, a única forma de exterminar de vez com este tipo de prática é extinguir os cargos comissionados. Aliás, o fim dos cargos comissionados no serviço público iria prestar um serviço enorme para a sociedade, uma vez que, diminuiria a corrupção eleitoral. É que, por trás das campanhas eleitorais, existe um batalhão de pessoas que estão à procura de empregos, justamente por intermédio do famigerado cargo comissionado. Sem contar, que acabaria com as fraudes em folhas de pagamentos (e os funcionários fantasma), a contração de pessoas sem qualquer qualificação e preparo. Concluindo, cargo comissionado é ótimo para emperrar o serviço público, porque até o substituto entrar no “clima” da função, já esta na hora de ceder o cargo para outro.

Água mais cara.
A água não pode ser de graça como fez o ex-prefeito Carlos Moreira (PSDB) em sua gestão. Longe de ser um programa social, o projeto do ex-prefeito que isentava do pagamento os monlevadenses que gastavam até 10m³ de água por mês, só fez sucatear o DAE, deixando a cidade totalmente vulnerável à expansão imobiliária. Mas daí, o Prefeito Teófilo, que inclusive prometeu o retorno do programa na campanha eleitoral, aumentar Tarifa de água em 15%, sendo que o reajuste do salário mínimo de 2013 ficou na casa dos 9% e do servidor municipal 0 % é querer que o povo passe fome ou sede.
 
Adote uma praça e leve uma dúzia de mendigos de graça, como diria o Chico Franco.
A Prefeitura de João Monlevade lançou edital de chamada pública para empresas e entidades que quiserem aderir ao Programa de Adoção de Praças Públicas, no município. De autoria do Belmar Diniz ou do Sinval Dias, o objetivo é estimular parcerias entre o poder público e a iniciativa privada para que os possíveis voluntários mantenham a conservação das praças públicas.  O curioso é que a maioria delas esta habitada por mendigos e andarilhos . Resta saber se estes indivíduos estão incluídos no “pacote”. 
  O Ministério do Trabalho de Monlevade está de férias
 O Ministério do Trabalho de Monlevade está fechado há quase um mês.
 O motivo do fechamento é o afastamento da única funcionária responsável pelo serviço da unidade — ela está afastada cumprindo férias.
 O Ministério do Trabalho é um órgão federal, mas normalmente a responsabilidade da contratação de funcionários para o posto nos municípios fica a cargo da prefeitura, por meio de convênio, como é o caso de Monlevade. Em 2009 o ex-prefeito chegou a inaugurar a Agência Regional do Trabalho e Emprego de João Monlevade, vinculada ao Ministério do Trabalho, disponibilizando duas funcionárias.
Com a falta da funcionária da unidade, serviços relativos a carteiras de trabalho, seguro desemprego e recursos (procedimento necessário quando há o bloqueio de algum benefício) não são realizados, obrigando o funcionário a esperar ainda mais pela liberação do seguro desemprego.
Pelo visto, João Monlevade tem se dado muito bem no quesito retrocesso.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

A Praça do Povo e do Barulho!


Imagem ilustrativa
Nada contra as manifestações artísticas, porém, o direito de um, se estende até onde o direito do outro começa. Constantemente os shows na Praça do Povo têm se estendido muito além das 22horas, conforme o que determina a lei, perturbando o sono das pessoas que vivem nas proximidades. Na noite de sábado, 27/07 era possível ouvir o barulho à km de distância.
 O bem jurídico Sossego Público não é um bem disponível ou irrelevante. O silêncio é um direito do cidadão. O sono assegura a reparação da fadiga física e da fadiga mental ou nervosa do indivíduo. O sono é composto de várias etapas, cujas durações variam no curso da noite. Primeiramente, entramos num estagio de sono lento ou profundo, assegurando-se principalmente a reparação física. Na segunda parte, onde o sono rápido ou paradoxal é maior, assegura-se a reparação nervosa. Nas fases paradoxais, o sono é relativamente leve e pode ser perturbado por ruídos fracos, o que irá impedir ou entravar a reparação do sistema nervoso. Efeitos como aumento do ritmo cardíaco e da pressão arterial, dispneia, fraqueza, fadiga, dificuldade de concentração, alteração das glândulas suprarrenais, hipófise, dentre outras.
Acontece que, enquanto outros órgãos do sentido descansam durante o sono, os ouvidos se mantêm em estado de alerta. A audição funciona como um alarme e o cérebro produz adrenalina diante do perigo do ruído; concluindo o sistema de defesa continua o mesmo.

   O que determina a lei
A CF artigo 225, determina: “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, imponde-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”. • A responsabilidade pelo dano ambiental independe da existência de culpa, nos termos do art. 14, parágrafo 1º, da Lei nº 6938/81, assim redigido: “Parágrafo 1º- Sem obstar a aplicação das penalidades previstas neste artigo, é o poluidor obrigado, independentemente da existência de culpa, a indenizar ou reparar, os danos causados ao meio ambiente e a terceiros, afetados por sua atividade. O Ministério Público da União e dos Estados terá legitimidade para propor ação de responsabilidade civil e criminal por danos causados ao meio ambiente.”.

Trocando em miúdos, quem se sentir lesado pelos “barulhos” fora de hora na Praça do Povo deve acionar o Ministério Público e fazer valer os seus direitos!

 

terça-feira, 23 de julho de 2013

Parece piada: Campanha contra o câncer de mama sem mamógrafos.


Municípios com demanda reprimida de mamografias deveriam
 mudara "cor" da campanha Outubro Rosa para
 Outubro Vermelho , de vergonha.
Nosso país é ótimo no quesito campanhas preventivas contra o câncer de mama; temos o Dia Nacional da Mamografia, Outubro Rosa além de outras campanhas promovidas por várias instituições, que têm por objetivo alertar as mulheres para a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama. O objetivo é levar as mulheres à unidade de saúde para realizarem a mamografia. No entanto há uma demanda reprimida de mamografia por todo país, (como o caso de João Monlevade) devido à falta de manutenção ou inexistência de mamógrafos nas unidades do SUS.

O problema não é de agora, tanto que, para tentar reverter o quadro, no dia 22 de março do ano passado foi assinado pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, , o Programa Nacional de Qualidade em Mamografia – PNQM. Que por enquanto, parece ter valor somente no papel.
Dados apontam que vários mamógrafos do Sistema Único de Saúde (SUS) ainda estão sem uso. Isso tudo faz pensar: como esses mamógrafos, que custam tão caro aos cofres públicos, podem estar parados, enquanto tantas mulheres precisam fazer o exame de mama, com urgência?

De que adianta as mulheres serem orientadas a fazerem a mamografia se têm que ficar aguardando meses pelo exame? É preciso garantir paralelamente que a mamografia esteja disponível para todas as mulheres e em todas as regiões. A unidade de mamografia móvel seria uma solução. Aliás, várias cidades já estão  adotando a medida em parceria com o Ministério da Saúde, e aí Monlevade, qual é a dificuldade? 

sexta-feira, 7 de junho de 2013

O que falta ao meio ambiente é a atitude!

Faltam lixeiras ao longo da reta do Baú, diagnostico
 confirmado durante a caminhada ecológica.
Estive acompanhando bem de perto as atividades da Semana do Meio Ambiente. Aliás, ao contrário do que alguns possam pensar, as atividades da semana só aconteceram graças às contribuições da iniciativa privada e associações; que inclusive, sentarão nos próximos dias para traçarem metas a serem cumpridas até a atividade do próximo ano, dentre elas, a fixação de lixeiras em alguns pontos da cidade a introdução de árvores no areão, a recuperação de nascentes e a criação de um movimento para impedir que a CEMIG feche a Estação Ambiental de  PETI.
Também não posso deixar de mencionar a qualidade das palestras ministradas ao longo da semana e a ausência das "partes interessadas", como por exemplo,  a palestra : "Poda de Precisão em árvores urbanas "com Luiz Carlos da Gerência de Meio Ambiente da Cemig que não contou com a participação do setor de serviços urbanos da prefeitura municipal.

Leotacílio da Fonseca, ambientalista, troca uma garrafa
 pelo
comprometimento
ambiental do visitante.
Já em relação à visita a Estação Ambiental de Peti foi um misto de contemplação e frustação . Afinal, para quem não sabe a visitação à Estação Ambiental de Peti esta com dias contados. Por decisão da CEMIG, as atividades em torno da educação ambiental dentro da reserva encerrarão no dia 30 de Junho. Inaugurada em 22 de setembro de 1983. A Estação Ambiental de Peti é uma área remanescente da Usina Hidrelétrica de Peti. Localizada no município de São Gonçalo do Rio Abaixo. A Estação Ambiental de Peti tem de área 1.280há, sendo 605 hectares de área terrestre e 675 hectares de Reservatório, sendo este construído para produção de energia elétrica pela Usina de Peti, que abastece as cidades de São Gonçalo do Rio Abaixo, Santa Bárbara, Barão de Cocais, Catas Altas e também gera energia para o sistema integrado da Cemig. Além da sua importância na geração de energia elétrica, Peti é considerada uma área piloto da empresa no que tange aos aspectos ambientais. Em termos de manejo, pode-se afirmar que possuí hoje dados para recuperação de áreas degradadas, controle da população faunística, além de conhecimento das interações entre as espécies da fauna com a flora de Peti. A Estação Ambiental de Peti é diplomada pelo IBAMA como “ASAS” (Área de Soltura de Animais Silvestres), onde os animais também apreendidos pela Polícia Militar do Meio Ambiente passam por uma triagem onde se avalia as condições de saúde dos mesmos para reintrodução futura. Também é desenvolvido o Projeto “PROFAUNA” onde são realizadas a reprodução e reintrodução de algumas espécies como: Cutia (Dasyprocta leporina), Mutum do Sudeste (Crax Blumenbachii), Ananaí (Amazonetta brasiliensis), Pato-do-mato (Cairina moschata). Além dos projetos acima, a Estação ainda conta com um Programa de Educação Ambiental para alunos de ensino fundamental, médio, técnico e superior das escolas das redes pública e particular. E também conta com uma trilha ecológica para cegos. O trabalho realizado com os animais no centro de manejo e demais programas tem assistência de um Médico Veterinário (Rafael Rezende) e Bióloga (Flávia Regina) sob coordenação do Gestor administrativo da Cemig Leotacílio da Fonseca.

Porém o portfólio da Estação Ambiental de Peti foi insuficiente para a CEMIG quando a mesma decidiu por “apertar o cinto”, cortar gastos. Ora, meio ambiente não é lucrativo fora da exploração! Pelo contrário é dispendioso e moroso. Para que gastar dinheiro com pesquisas? Para que recuperar “bichinhos” que foram apreendidos na mão de contrabandistas? Deixem que selem seus destinos de morte, porque o nosso objetivo é alimentarmos de energia a TV, a geladeira, o sistema de refrigeração, a banheira de hidromassagem de nossos consumidores. O ser humano evoluiu em tecnologias de consumo, não tem tempo para olhar para os lados, poucos conhecem o Chico (Sagui-de-cara-branca, rejeitado pelos grupos da espécie, que recepciona os visitantes da estação) e se importarão  com a solidão dele. Então está decidido: Fechem as portas!
É o que eu sempre falo, meio ambiente não precisa de firulas, precisa de atitude!
 










 

terça-feira, 21 de maio de 2013

E aí planos de saúde privados de Monlevade?


Falar sobre a falta de pediatras no hospital Margarida é chover no molhado. Em nossas manifestações sempre direcionamos questionamentos ao hospital, à prefeitura, porém esquecemos-nos de responsabilizar também as operadoras de plano de saúde por “venderem” um serviço sem “garantia”.
 
  O fato é que, o crescimento dos planos de saúde privados avança. Mas, poucas operadoras se preocupam em investir em ambulatórios próprios, a fim de dar condições ao conveniado em ser atendido. Normalmente estes, utilizam dos espaços já existentes e acabam contribuindo para a fragilização do atendimento no Sistema Único de Saúde. O negócio é só aumentar os conveniados e pronto.

Quando uma família opta por pagar por um plano de saúde, o mínimo que ela espera é ser atendida na necessidade. Mas, o que temos presenciado em Monlevade são pessoas que pagam mensalmente a fatura do plano de saúde, na esperança de terem um atendimento de qualidade, e quando precisam, não conseguem o ter a contento!

Muitos planos de saúde privados “vendem” leitos hospitalares. Aí fica a pergunta: qual leito hospitalar que o seu plano de saúde privado te fornece?É o hospital margarida?

Até quando estas operadoras ficarão usufruindo das instalações públicas para atenderem seus conveniados? Muitas têm recurso o suficiente para fazer hospital privado, mas preferem um hospital já pronto, que na maioria das vezes foi construído com dinheiro público.

Então, voltando à pauta, está na hora de atribuirmos responsabilidades aos “vendedores” de planos de saúde de Monlevade na questão de falta de atendimento no hospital Margarida.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Milhares de mulheres monlevadenses aguardam pela mamografia.

Quase dois mil pedidos de mamografia e mamógrafo parado.
Parece ironia, ao mesmo tempo em que as autoridades da saúde recomendam a proteção contra o câncer de mama com exames preventivos, milhares de cidadãs monlevadenses continuam sem condições de se proteger.

Muitas mulheres estão temerosas e o medo se justifica. O câncer de mama é a segunda principal causa de morte de mulheres no Brasil, só perde para as doenças do coração.

A estatística é maior a cada ano. O número de mortes cresceu quase 48% em uma década. O diagnóstico precoce é a melhor forma de tornar a doença menos assustadora.

Especialistas em mastologia são unânimes: “o método mais indicado para fazer essa detecção precoce é a mamografia”.

Sabemos que o problema traspõe as nossas fronteiras. Segundo o Tribunal de Contas da União, o Brasil tem 1.514 aparelhos que atendem ao SUS. Mas desse total, metade faz menos mamografias do que deveria. O indicado é que cada equipamento faça até 25 exames por dia, mas o número não chega a dez. A má gestão nos setores de saúde emperram o atendimento.

Em novembro do ano passado o vereador Belmar denunciou a existência de um Mamógrafo parado no interior do PA, e pelo visto, de lá para cá, muito foi falado e pouco foi feito para reverter o quadro.  http://www.anoticiaregional.com.br/noticia/2209/Mamografo-novo-parado--no-Pronto-Atendimento.html
A cada dia constatamos que fazer campanhas para a promoção de saúde é expor a população ao ridículo. As autoridades de saúde deveriam  entender que não adianta mobilizar a população para o  ato de se prevenir , uma vez que  o setor é deficiente  em atendimento. Fazer campanhas publicitárias fabulosas em torno da prevenção do câncer de mama é fácil, o difícil  é fazer o setor público ter a "boa vontade" de suprir a demanda!  

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Formoso e ineficiente.

A imagem do Hospital Margarida é de encher os olhos! Mas, de que adianta um hospital tão bem estruturado sem médicos para atender a população?   Até quando os pacientes serão removidos para os hospitais das cidades vizinhas? Este problema vem se arrastando e várias justificativas já foram utilizadas pelas partes envolvidas, que vivem na base do “ping pong”, e pouco fazem para gerir a situação.  Vários casos já foram denunciados e relatados na mídia, mas, a “prerrogativa” do Margarida parece ser tamanha, que nem a presença da policia tem garantido atendimento aos pacientes.  E, só para constar, novamente a cidade ficou sem plantonista no final de semana. Uma senhora foi atropelada sábado passado, dia 27, e ao chegar para ser atendida no pronto socorro do o hospital Margarida com um corte profundo na cabeça, foi informada de que não havia médico de plantão.  A paciente foi removida para o hospital de Itabira.

Nossa cidade não pode se sentir prejudicada e até ofendida, quando um Secretário de Saúde do estado investe na saúde de Itabira nos deixando para depois. A meu ver, lógica simples do estado: Investir em quem presta serviço! Investir em quem se vê obrigada a “tapar buraco” de cidades que não são eficientes no atendimento à saúde!  

O que me deixa enfurecida é saber que continuamos a pagar nossos impostos (e até nossos planos de saúde), mas na hora de termos retorno, de sermos atendidos na hora que mais precisamos, damos com a “cara na porta”!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Nenhum magistrado na Audiência pública sobre a violência contra as mulheres.


A Audiência pública realizada na Câmara de Vereadores de Monlevade, na tarde desta terça-feira (23), atraiu um público relevante no plenário da casa.

O objetivo era colocar em discussão o assunto ‘violência contra a mulher’, conscientizando e esclarecendo a população sobre o tema, além de buscar a implementação da rede de atendimento à mulher vítima de violência.

Promovida pelo vereador Tuquinho do Povo em parceria com a AMA-JM (Mulheres em Ação de João Monlevade), a audiência teve a presença da Eliana Piola, da Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para mulher e gestora do Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra a Mulher, representantes de vários segmentos sociais, da Delegacia da Mulher, Polícia Militar e populares.

Um fato que me chamou a atenção foi a ausência de representantes do Ministério Público do município, que, poderia ter contribuído muito com o debate, uma vez que, dados apontam como uma das causas da mulher vitimada em não realizar a denúncia, a morosidade da justiça nos julgamentos da Lei Maria da Penha.

Gostaria de destacar a participação da coordenadora Eliana Piola que apresentou o trabalho que a Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para mulher, vem desenvolvendo no sentido de destacar o papel da sociedade na aplicação e implementação da Lei nº 11.340/2006(lei Maria da Penha), além de contribuir com a ativação da casa-abrigo para mulheres vítimas de violência e a reinstalação da Delegacia Especializada de Atendimento a Mulher – DEAM.

Durante a Audiência , Eliana Piola sugeriu aos vereadores que trabalhassem para a criação de uma Comissão de Direitos da Mulher Monlevadense, para que a mesma figurasse como uma prioridade  para as demandas do gênero feminino.

Adventistas realizam limpeza de Praça em Monlevade!


Adventistas realizam serviço da Prefeitura
 Parece-me que, a exemplo do “Limpa Brasil”, um projeto realizado pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, que tem por objetivo promover a limpeza de grandes cidades brasileiras, buscando desenvolver nas pessoas uma conscientização ambiental através da destinação adequada dos resíduos, os voluntários adventistas de João Monlevade resolveram deixar a pracinha do Bairro Santa Bárbara livre do mato e da sujeira.

 Gostaria de parabeniza-los pela responsabilidade social, pelo compromisso com o meio ambiente e com a saúde! Ato, que deveria ser imitado pelos nossos representantes, que recebem para fazê-lo e, no entanto, vivem de tentar justificar o injustificável.
Admira-me muito as justificativas, que muitos gestores apontam, para deixar de realizar feitos que beneficiam a população. A exemplo, na tarde de ontem, dia 23/04 durante a Audiência Pública, a convidada Eliana Piola da Coordenadoria de Políticas Públicas para a Mulher deu uma “aula” sobre o tema. Durante a sua explanação relatou sobre a dificuldade que certo prefeito estaria tendo em cumprir a meta do município em relação aos exames de mamografia, o ato de realizar os exames no período noturno através do voluntariado da própria administração fez com que o município se tornasse referência neste atendimento.

O divisor de águas entre o querer e o fazer, a meu ver, chama-se vontade.  É preciso ter o desejo de realizar e a capacidade de mobilizar!

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Mulher deficiente teria sido agredida no PA e aconselhada a não denunciar!

Uma mulher, que pediu para não ser identificada, registrou um BO contra um médico monlevadense que estaria de plantão no PA de Monlevade no dia 08 de Abril. Segundo a vítima, ao questionar o atendimento demorado ao médico, o mesmo lhe deu um soco nas costas: “Perguntei para o Doutor se seria ele a me atender e ele foi logo me empurrando para dentro da sala com um soco nas costas; então não quis ser atendida por ele!”, denunciou a vítima.

Revoltada, a mulher procurou a diretora do local para relatar o ocorrido e foi aconselhada a ficar calada: “A diretora falou para mim que eu estava enganada, que era uma brincadeira e eu tinha entendido mal; ainda me aconselhou a não fazer nada porque eu preciso do médico, mas ele não precisa de mim, e sendo assim, eu tinha que ficar calada, não denunciar! Mas, assim que sai do PA fui direto à Delegacia e registrei a ocorrência!”.

A suposta agredida tem deficiência física motora e segundo o Art. 10 do Estatuto do Portador de Deficiência: “Nenhuma pessoa com deficiência, sobretudo mulheres e crianças com deficiência, serão objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, tortura, crueldade, opressão, tratamento desumano ou degradante, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais”.

Também, segundo o Art. 248 do Estatuto: “Deixar o profissional de saúde ou responsável por estabelecimento de saúde, ensino ou entidade de abrigo ou de longa permanência, de comunicar à autoridade competente os casos envolvendo suspeita ou confirmação de maus tratos ou outros crimes contra pessoa com deficiência de que tiver conhecimento: Pena - multa de R$ 500,00 (quinhentos reais) a R$ 3.000,00 (três mil reais)”.

Ou seja, se realmente for confirmada a agressão,  além do médico, a funcionária do PA que aconselhou a vítima a não registrar um BO poderá responder solidariamente pela infração.
 
E, só para constar, amanhã dia 23/04 às 13h30 haverá audiência pública no plenário da câmara municipal, para averiguar as questões relacionadas à violência contra a mulher no município.

domingo, 21 de abril de 2013

Comemorar o aumento de atendimento no PA é o fim da picada!

Aí como eu gostaria de ter retornado falando de coisas boas! Andei meio silenciosa ultimamente, mas não foi por falta de assunto. Ficamos ansiosos demais em todo início de mandato, buscando novas perspectivas.

Mas, como nossa cidade está aparentemente em estado de letargia. O dedo começou a coçar e não deu mais para esperar!

Por onde tenho andando a reclamação contra administração é crescente, especialmente por conta de compromissos não cumpridos, a exemplo, a questão da limpeza pública, promessa de campanha e clamor do eleitorado para obra de início de mandato.  

Para uma campanha, onde o dinheiro foi apontado como a solução para todos os problemas, presenciar a cidade estagnada pela ausência dele, soa no mínimo contraditório. Pior ainda é constatar que o secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Antônio Jorge de Souza Marques, escolheu Itabira a Monlevade em um momento tão delicado para a saúde monlevadense.  Ora, a população de Monlevade acreditava que a distância entre os recursos estaduais e o cofre municipal ficaria mais estreita...

Mas, admiram-me muito os defensores de plantão, dispostos a esperar, (sabe-se lá por quanto tempo) pela limpeza da cidade, culpar o povo que suja, que não limpa. Concordo em partes, a população tem por obrigação colaborar com a manutenção da limpeza pública, mas, e quando não há a limpeza pública?

Todos sabem que a limpeza da cidade é uma questão de saúde pública. O acúmulo de lixo e entulho, bem como o crescimento do mato podem gerar diversos problemas. Esses fatores facilitam a proliferação, principalmente, de roedores, insetos, animais peçonhentos e até mesmo da dengue. Tanto que, como o próprio prefeito declarou recentemente o atendimento no PA dobrou nos cem dias de governo, uma péssima notícia; população saudável não procura atendimento médico!

Francamente, paciência tem limite!

 

sexta-feira, 15 de março de 2013

População rendida!


Dias atrás, na sala de espera de um consultório médico, eu e mais alguns que conversávamos sobre a “sujeira” instalada em nossa cidade fomos convidados a mudar de cidade por um jovem que aguardava por atendimento: “Ora, quem não está satisfeito com o que esta vendo, muda de cidade! Temos ainda quatro anos para organizar as coisas...”!
Como o “ânimo” do jovem estava bem exaltado, achamos por bem mudar o rumo da “prosa”!

Porém, fiquei refletindo com os meus “botões”: É! Para termos que esperar por mais quatro anos e ainda por cima com o “aval do povão”, talvez o melhor mesmo, seja procurar outra cidade, com políticos mais comprometidos e uma população menos alienada.
Pior que uma cidade má administrada é uma população incapaz de se indignar! Que aceita a tudo calada, passiva, ou pior, que se esconde atrás de movimentos esperando que estes solucionem suas demandas!

De que valeu a luta pela democracia, se a mesma é movida pela apatia da parte mais interessada? A população precisa assumir o seu papel na gestão e no controle como reza o art 1º da CF/88: “... todo poder emana do povo, que o exerce por meio de seus representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta constituição”.
O que vemos em Monlevade é uma população se acomodou! Que vive na base do “tanto faz”... Que vive na esperança de “anos melhores”...  Que vive de tentar justificar o injustificável!

A esperança é boa quando nos motiva a andar para frente, a vencer obstáculos...
O ato de ignorar certas circunstâncias que acontecem ao nosso redor, principalmente no que diz respeito a direitos constituídos, vai além da “boa vontade” ou covardia, é irresponsabilidade!

 

sábado, 2 de março de 2013

Audiência Pública sobre segurança em eventos e excessos em repúblicas estudantis.


Segundo informações do Blog Popular, doze pessoas se inscreveram para tirarem as suas dúvidas.  Dentre elas, José Luiz de Souza Reis, do Centro Comunitário do bairro Lucília, disse que vizinhos de uma república reclamaram junto ao 181, Disque Denúncia Unificado (DDU) e não foram atendidos. Acionaram ainda à PM, e foram orientados a realizar procedimento junto ao setor de Posturas. Segundo ele viu chegar à república, que fica na Rua Dionísio, mais de 100 caixas de cerveja. E, Segundo o Tenente, os fiscais da corporação iriam fiscalizar o local, mas que o local só pode ser fechado em caso de risco eminente.
Mas, os vizinhos podem sim, mover uma ação contra as repúblicas. Veja como:

REPÚBLICAS DE ESTUDANTES BARULHENTOS

As Imobiliárias e proprietários são intimados a pagarem indenizações, no caso de barulho

Entrar com processo no Juizado de Pequenas Causas é uma solução legal e eficiente para resolver os problemas de vizinhos barulhentos. A Legislação chama esta situação de uso nocivo da propriedade. Há lucro com esta situação e prejuízo dos vizinhos, é viável ressarcimento financeiro pelos danos causados.

Ver Código Civil - CAPÍTULO V - Dos Direitos de Vizinhança - Art. 1277 -

Para resolver o problema entre com ação no Juizado de Pequenas Causas
Não há custos financeiros, não necessita de advogado.

                            Como proceder e o que acontece:
Dos três motivos para reclamações, citados na lei 1277 - Interferências prejudiciais à segurança, ao sossego e à saúde - tem prevalecido às reclamações sobre sossego e saúde.
1- Os vizinhos que se sentem incomodados devem fazer Boletim de Ocorrência na Delegacia apontando as irregularidades que os incomodam e consequências.

2-
Vá a um Juizado de Pequenas Causas e converse com o grupo de advogados que está lá para orientação. Geralmente este atendimento é imediato. Estes advogados são gratuitos, orientam, fazem os documentos e marcam a audiência.                                                                                                                                                  3- Esta ação é individual, não pode ser coletiva - Tem que ser em nome de apenas um dos moradores - mas pode-se e deve-se juntar declarações dos outros vizinhos e os BO's que foram abertos.

4- Este tipo de ação é contra a locação para estudantes barulhentos, responsabilidade da imobiliária e do proprietário, (o barulho, culpa dos estudantes, deve-se começar a resolver com abertura de Boletim de Ocorrência).                                                                               
5- A imobiliária e o proprietário serão intimados para irem à audiência.
6 - Os estudantes barulhentos não serão chamados para a audiência, serão chamados na delegacia e o delegado tomará providências baseado na quantidade de BO's que foram abertos e tipos de incômodos que eles apresentam.
7- Para a audiência leve pelo menos um vizinho como testemunha, pois o advogado da imobiliária pode argumentar que não são barulhentos. Com várias testemunhas, nem terá coragem de apresentar tal argumento.
8- Esta causa é passível de ressarcimento financeiro por parte da imobiliária e do proprietário. Os Juízes sabem que estes aluguéis para estudantes são mais caros e entendem a situação. Sabem o que acontece e não é necessário ficar explicando, apenas responder algumas perguntas.
9- O valor do ressarcimento é de no máximo 20 salários mínimos, não pode ser superior por que descaracterizaria como causa de Juizado de Pequenas Causas.
10- Se um dos moradores da sua casa tiver problemas de saúde que se agravou ou pode se agravar com o barulho dos estudantes, leve um atestado médico, que será decisivo. Lembre-se que dor de cabeça e indisposição por não dormir bem à noite, motivada estudantes barulhentos é interferência prejudicial à saúde física e mental.
11- Em casos como este, o reclamante, o proprietário e a imobiliária podem ser chamados para uma audiência de acordo. Dependerá do reclamante aceitar ou não as propostas do proprietário/imobiliária. Se não aceitar, será marcado a Audiência de Instrução e Julgamento.

Se os vizinhos de uma república barulhenta optarem por reclamar apenas dos estudantes, com abertura de BO's, poderão conseguir que estes estudantes se mudem, mas virão outros e o problema poderá continuar se a imobiliária não for responsabilizada.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Denúncia: Idosos estão sendo "amontoados" na entrada dos coletivos de Monlevade

Foto ilustrativa
  Uma usuária da Enscon ficou indignada com a situação enfrentada por alguns idosos na noite de ontem, (03/02). Segundo a mesma, por volta de 21h00, na linha 12, no percurso entre Praça do Lindinho e Bairro Santa Bárbara , sete idosos embarcaram , sendo que, dois ocuparam o banco reservado e cinco ficaram de pé, "embolados", na parte da frente do coletivo.
  “Se pagam a passagem, giram a roleta e encontram mais assentos. Porém, por não pagarem, só encontram dois assentos à disposição, na parte da frente do veículo. Resultado: na noite de ontem eram dois idosos sentados e outros cinco seguindo em pé; e se o motorista fosse obrigado a frear bruscamente? Os idosos não têm destreza o suficiente, certamente iriam se machucar!”, declarou a usuária.
   Em algumas cidades do Brasil, pessoas com mais de 65 anos possuem gratuidade nos ônibus, com a opção de passar pela roleta. Para isso, é necessário apresentar o Cartão de Gratuidade do Idoso.
   Outras, possuem opções de portas de desembarque.  E assim, mesmo que não haja assentos o suficiente para todos os idosos que estão sendo transportados, os mesmos (idosos) contam com um serviço que os dê a possibilidade de se locomoverem com segurança.

                                    Falta do auxiliar de bordo

Ainda , segundo a usuária , a falta do auxiliar de bordo (trocador) agrava ainda mais a situação: “Para piorar a situação,  não havia trocador para auxiliar o motorista no caso de algum imprevisto. Esta é uma situação constante em nossa cidade, será que vai ser preciso uma tragédia para que alguém tome alguma providência?”, concluiu.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Mulheres sem rosto!


Assisti ao documentário  abaixo e fiquei horrorizada! Mulheres paquistanesas são queimadas pelos maridos ciumentos e obsessivos com os ácidos nítrico e sulfúrico. Os produtos derretem a pele e não raro condenam suas vítimas à cegueira permanente .As mulheres vítimas são geralmente adolescentes, que são acusadas de ter trazido vergonha para sua família por recusarem se casar com determinadas pessoas, ou por tentarem se separar de seus maridos. Os rostos e partes íntimas são os locais preferidos por esses monstros. Essas queimaduras, mesmo que horríveis, raramente matam, ao invés disso as deixam seriamente desfiguradas e confinadas em suas casas levando-as ao isolamento social e depressão.
Quanta crueldade!
 
 

 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Volta às aulas... De volta à rotina.

O retorno às aulas se aproxima... Ora, depois de um período de descanso os ânimos estão acalmados, alunos e professores viverão à base da paz e amor. Ledo engano. A realidade da sala de aula na maioria das escolas extrapola a lógica.

Na verdade, ser professor hoje, seja na escola pública ou privada, é um ato de heroísmo. Tanto os pais como os alunos enxergam o professor como uma babá ou um empregado ao qual se deve dar ordens.

Na escola pública, a ordem é aprovar o maior número possível de alunos, para não colocar em risco as verbas doadas pelo governo, estas, na maioria das vezes adquiridas através de números de aprovação apresentadas às fundações “patrocinadoras”. Na escola particular, os pais não aceitam que os filhos sejam reprovados, pois eles estão pagando! Então, resta aos professores ouvir calados os desmandos dos alunos, que estão blindados pela estrutura familiar e social.

 Um aluno pode dizer qualquer tipo de palavrão, ameaça e xingamento ao professor, e o que acontece? Sem sombra de dúvidas, para o professor, calar é mais prudente! Afinal, garante o salário e protege os dentes.

Parece brincadeira, mas se o professor ousar em reclamar ou retirar o aluno de sala, o errado será o professor, pois ele constrangeu o aluno. Esqueceram-se do Estatuto da Criança que protege o aluno?

Sem contar que, professor que “grita” em sala de aula ou pedi silêncio em tom alto, será visto como um desequilibrado, precisa de aposentadoria! Estudos já comprovaram que a carga de estresse do trabalho do professor só perde para a de médicos e policiais. Mas, ainda assim, professor tem que ser pacato, tem sofrer calado!

Reclamar a quem? Aos pais? Muitos se quer acompanham o rendimento dos filhos na escola.  A grande maioria trabalha longe de casa e por viverem tempo demais longe dos filhos tornaram-se permissíveis demais. Muitos compensam a ausência de afeto enchendo os filhos de mimos, fazendo as vontades dos filhos, restringindo o “não”, criando verdadeiros “monstrinhos”! Muitos pais infelizmente esquecem que viver em sociedade exige respeito às normas e que a educação tem que vir do berço e não da sala de aula.

A culpa de tudo isto esta na sociedade elitista e hipócrita em que vivemos! O ato de projetar as nossas responsabilidades no outro, de querer tomar conta do mundo sem olhar para o nosso umbigo!  O que vale é o ter, o poder! Se você tem dinheiro, você tudo pode! Reclamamos diariamente da corrupção no país, da compra de votos e da “bandidagem”, mas, ao mesmo tempo, fazemos vistas grossas ao comportamento dos nossos filhos.