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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Anúncio do Caos!

Foto Divulgação
Se o trânsito no centro de Monlevade é complicado em dias normais, imagina quando chove... Não sei de onde “brotam” tantos carros. Sem contar que os ônibus parecem concentrar-se todos no mesmo horário, formando uma fila gigantesca!
 Os congestionamentos limitam o direito de ir e vir, que está previsto na Constituição. Resultado: vivemos uma rotina cheia de restrições, pois o tráfego pelas ruas em várias partes do dia é quase inviável.
No final da tarde de hoje, dia 06/11, havia congestionamento ao longo de quase todas as vias que dão acesso às avenidas no centro de Carneirinhos. E nas avenidas, para variar, o trânsito não fluía!
Fico imaginando o que será do centro de Carneirinhos na véspera das festas de fim de ano! Um teste de resistência e paciência aos motoristas e pedestres que, são obrigados a travar uma “luta” na busca de passagem.
Para agravar a situação, o número da frota de carros em Monlevade vem aumentando consideravelmente, enquanto a engenharia de trânsito acompanha esta movimentação a passos lentos, à base da experimentação!
As horas ociosas no trânsito diminuem ou impossibilitam a participação em atividades físicas, de lazer e de descanso. Pesquisas apontam que as pessoas que passam longas horas ao volante ou mesmo em ônibus lotados tendem a apresentar queixas como dores lombares, no pescoço e ombros, além de dores de cabeça, nas pernas e pés. O repouso também é prejudicado pela tensão dos congestionamentos: a pessoa dorme menos porque ficou mais tempo presa no trânsito ou porque se tornou vítima de insônia.

O fato que ninguém esta aguentando o trânsito de Carneirinhos! Algo precisa ser feito urgentemente! 

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

A Câmara de vereadores, dos pequenos e grandes.

Ontem, dia 26/09, compareci a Sessão Ordinária da Câmara Mirim de João Monlevade. Afinal, como costumo acompanhar os trabalhos dos “grandalhões” não poderia de deixar de dar uma “espiada” no trabalho dos “pequenos”, até a título de comparação.

Que me perdoem os nobres vereadores, mas seus “coleguinhas” de plenário, contrariando a ordem natural das coisas, deveriam servir-lhes de espelho no que tange os quesitos educação, postura e objetividade. Com requerimentos inteligentes, focados na questão da saúde, educação e segurança; projetos de lei interessante (com a assessoria dos técnicos da Câmara Municipal) demonstraram que, apesar da pouca idade, sobressaem á prática de alguns de nossos representantes, dando uma “aula” de política, cidadania e criatividade.
Presidente da mesa, Giovana Repolez

Outro fato que não poderia passar despercebido é a postura séria da Presidente Giovana Repolez, autora do Projeto de Lei 03/2012 que institui o CapSAD (Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas de Drogas de João Monlevade) e dá outras providências. Que a meu ver, deveria ser implantado pela administração municipal, devido às drogas ter se tornado um problema saúde pública.

E assim, com pedido de faixa de pedestres e sinalização nas escolas, limpeza de praças, criação de creches, inclusão da disciplina de música nos conteúdos curriculares nas escolas municipais, dentre outros, um a um, cada vereador foi à tribuna defender seu projeto ou requerimentos e ou reforçar o pedido do colega de trabalho.  Vale ressaltar que, desde que esta blogueira acompanha as sessões da Câmara de Vereadores, nunca houve um dia em que todos os vereadores apresentassem projetos (consistentes).

Cantinho da imprensa vazio.
Infelizmente, como acontece com as Seções Ordinárias da Câmara Municipal, além dos vereadores Thiago Titó, Belmar Diniz, Carlos Gomes e Leles Pontes e de alguns funcionários da Câmara, havia poucas pessoas acompanhando os trabalhos dos jovens edis. E como aconteceu no dia da posse, o “cantinho da imprensa” permaneceu  novamente vazio ,o que demonstra o pouco interesse dos nossos jornalistas com os trabalhos dos pequenos.

Enfim, uma lição para muito adulto que tendo o poder nas mãos e recursos, não fazem jus à confiança que lhe foi atribuída.
Pauta cheia de requerimentos.
 
A próxima Sessão Ordinária da Câmara Mirim de João Monlevade acontecerá no próximo dia 10 de Outubro às 14 horas no Plenário da Câmara Municipal de João Monlevade.






















quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Curtas

Poeira no Bairro Nova Cachoeirinha

Que a estrada de acesso ao Bairro Nova Cachoeirinha é uma calamidade não é novidade para ninguém. Não é de hoje que os moradores sofrem com o rastro de poeira deixado pelo tráfico constante de carretas transportando escória da ArcelorMittal para a empresa de beneficiamento (Collares) localizada próxima à ETA. Ontem um morador, revoltado com o descaso da administração municipal, resolveu ele mesmo dar cabo a poeira,  instalando um redutor de velocidade próximo a sua residência para inibir a proliferação de poeira.Porém, informações dão conta de que o mesmo teria sido advertido por autoridades, sendo aconselhado a retirar o obstáculo da pista. É aquela coisa, poeira nos olhos dos outros é colírio!

“Terremoto” em Carneirinhos
Várias pessoas no centro de Carneirinhos foram surpreendidas nesta semana com um suposto “tremor” de terra. Moradores e lojistas sentiram a terra tremer debaixo dos pés. Há relatos que o incidente ocorreu após uma explosão muito forte, o que leva a crer que uma detonação ocorrida na Mina do Andrade, poderia ter sido a causa. Controvérsias á parte, seria prudente as autoridades competentes darem uma verificada.

Família de político precisa ter sangue de barata.
Brocardo popular: Respeito é bom e conserva os dentes. Em tempos de liberdade de expressão, há pessoas que confundem franqueza com falta de educação. Ainda que o sujeito político não esteja cumprindo o papel que deveria , ninguém está no direito de achincalhar seus parentes em publico, colocar nomes, acusar levianamente, principalmente quando este parente, se trata de uma criança. É por estas,  que muitos familiares impedem a participação dos seus, em assuntos políticos, afinal , indiferente de ser de boa ou má índole , acabam todos, inclusive familiares e amigos, sendo medidos pela mesma régua .

A que pontos chegamos
Elogiar atos de honestidade é o fim da picada! Honestidade, moralidade não é condição, é obrigação. Principalmente se a figura for pública. Honestidade se ensina em casa e na mais tenra infância. Embora que, em se tratando de Brasil, honestidade é relativa e só é atribuída ao outro.


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Será que algum vereador de Monlevade teria tal coragem?

O projeto propõe o estabelecimento de um teto para os subsídios dos vereadores. Esse teto seria a média aritmética entre o menor e o maior salário previsto para o professor de educação infantil do município”, explica Almeida Júnior que também é mestre em direito e doutor em educação. Para ele, o objetivo da emenda à Lei Orgânica do município (normas que regem a cidade) é dar uma atenção maior aos professores e abrir precedentes para que outros municípios adotem medidas semelhantes. “A médio prazo, isso implicaria em forçar os vereadores a pensar antes de decidirem aumentar os próprios subsídios. Afinal, antes disso teriam que brigar junto ao poder executivo para aumentar o salário dos professores”, acrescenta o vereador.
Durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de João Monlevade da ultima quarta foram lidas as proposições referente ao projeto 311/2013 que autoriza revisão geral dos subsídios dos agentes políticos da Câmara e o 797/2013 que aprova o Acordo Coletivo firmando entre a PMJM e o SINTRAMON.
É sabido que ambas as situações são amparadas pela lei, porém o curioso é que estrategicamente ambas foram colocadas na mesma pauta. Todos acompanharam a “queda de braço” entre o funcionalismo público - diga-se professores- e administração municipal para a conquista do reajuste salarial. Foram meses e meses de desgaste motivados por greve, operação tartaruga, protestos, reuniões, que nem sempre contou com a participação dos “interessados”. E agora, sem muita dificuldade a Câmara Municipal autoriza o reajuste de 6,2% nos salários dos vereadores a partir do próximo de outubro.
Enquanto em Monlevade nossos vereadores, de certa forma, “pegam carona” no Acordo Coletivo, em Jaú (a 296 km de São Paulo) um vereador tenta pela segunda vez a aprovação de um projeto de lei que equipara o salário de vereadores aos de professores de educação infantil da rede pública municipal. Leia na íntegra:http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/07/19/em-jau-sp-projeto-tenta-igualar-salario-de-vereador-ao-de-professor.htm

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O império da vassalagem!


Imagem do jornal A Notícia
Parece não adiantar o “evangelizado”!A conclusão que chego é que ainda que gastemos toda a nossa saliva ou as pontas do dedo, uma coisa é certa, o regime da servidão imperará por muitos anos em Monlevade. Ontem, acompanhando a reunião da Câmara Municipal, fiquei impressionada com o amadorismo (ou subserviência) do nosso legislativo.   Tem coisas que só não enxerga quem não quer vê ou finge de cego. Como se não bastasse a aprovação da permuta da área do bairro Industrial, que, diga-se de passagem, é algo inconcebível, para não dizer imoral; era notória a cara de desconcertamento dos edis quando o vereador Belmar Diniz apontava as “atrapalhadas” da administração municipal em relação às irregularidades na cobrança da conta do DAE e o aparente sumiço de equipamentos da área de saúde. Será que só o Belmar tem a “senha” para descobrir estas fraudes?!

Vai que cola!
Parece também que tentar fazer a população de boba tornou uma marca registrada da atual administração. O vereador Belmar Diniz, no uso da Tribuna Popular, atentou pelo fato do DAE estar “passando a carroça à frente dos bois”. Segundo o vereador, o aumento da Conta d’água estaria infligindo o Art. 39 da lei a 11.445/2007, que reza: “As tarifas serão fixadas de forma clara e objetiva, devendo os reajustes e as revisões serem tornados públicos com antecedência mínima de 30 (trinta) dias com relação à sua aplicação, porém, contrariando a lei, as contas já estariam sendo cobradas no mês do anúncio do reajuste. O fato foi levado ao conhecimento do Ministério Público e da acessória jurídica da Câmara que deram parecer favorável a denuncia do vereador. Conclusão, o DAE possivelmente terá que devolver o dinheiro à população que foi lesada.

Mudaram a data da Conferência Municipal da saúde
Esperada por muitos representantes de bairro, a Conferência Municipal da Saúde que aconteceria nos dias 30 e 31 deste mês foi adiada para os dias 13 e 14 do mês setembro. A impressão que se tem é que não há muito interesse da administração na divulgação do referido evento, uma vez que, como a saúde do município não vai lá muito boa das pernas, falar de saúde é falar de problema!

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Curtas

Monlevade de opções!

 Como é bom saber que a população está reagindo ao marasmo. Na manhã de ontem, circulando pelo centro da cidade, pude perceber o misto de atividades proporcionadas para os monlevadenses. Na praça do povo, corrida da Acorp com participação de vários atletas e da Academia de Dança Rose Machado; atrás do Hiper, trilhão. E ainda fiquei sabendo de uma “Caminhada Ecológica” promovida pela turma do RG Pneus lá pelas bandas dos “Fernandes” em Santa Rita de Pacas, sem contar a turma do Mato Adentro (que não perde um Domingo nas andanças) que também esteve por lá! É o que eu sempre falo: o lazer está em qualquer lugar, basta aprender enxergar!

 De zero a 6,77%, servidores Municipais vencem a queda de braço.
Tudo indica que o prefeito vai conceder reajuste de 6,77% aos servidores ao contrário do 0% ofertado. Uma vitória importante para o funcionalismo público, em especial aos professores, que abraçaram a luta com coragem e determinação. O que me deixa indignada nestas questões é que muitos trabalhadores cruzam os braços, acomodam e deixam que “outros” saem na linha de frente das negociações como verdadeiros “batedores”. Agora, certamente colherão o fruto da conquista sem ao menos terem suado a camisa! Deveriam então ter a hombridade de abrir mão do reajuste, por não merecê-lo!

Vereadores I
Lascado, de novo?
Depois da tumultuada sessão da última quarta-feira (21/08), quando deveria ter acontecido a votação do projeto (ou da indicação, salvo engano) do vereador Belmar Diniz (PT) pedindo que se instaure uma Audiência Pública sempre que houver aumento nas taxas de serviços cobrados à população, como de Tarifa d’água, IPTU dentre outros, o vereador Zé Lascado (PSDB) pediu “vistas” para analisar o projeto. Aliás, diga-se de passagem, as manifestações do referido vereador nas reuniões da Câmara Municipal, têm se atido às votações e pedido de vistas a projeto da oposição.  Comenta-se aos quatro cantos da cidade, que a “participação” do Vereador Zé Lascado na Câmara Municipal é regida pela administração municipal. Então perguntamos: Será que é isto que os eleitores do Lascado esperam do seu mandato?

Vereadores II
Pesquisa do Instituto Tiradentes aponta o vereador Tuquinho do povo como o vereador mais atuante de Monlevade

Segundo consta, o Instituto Tiradentes realizou entre os dias 20 a 30 de julho, uma pesquisa de opinião pública em João Monlevade, com o objetivo de apurar qual o legislador mais atuante do município, no critério de atuação parlamentar, apontando o Tuquinho do Povo (PMDB) como vencedor seguido de Telles Superação (PSC), e Djalma Bastos (PSD). Divergências a parte,  a quem ache que o resultado   não foi o retrato fiel da verdade. Pelo sim, pelo não,  e sem querer desmerecer os trabalhos dos edis, enviei um email para o Instituto Tiradentes para me inteirar melhor sobre a forma que foi feita a pesquisa. Fiquemos então no aguardo...

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Assim fica difícil participar de reunião na Câmara...

Julgo o meu tempo como precioso. Afinal, passo o dia envolvida em afazeres que me subtraem muita energia. Mas, ainda assim, tenho me esforçado para participar das reuniões da Câmara de Vereadores de Monlevade. Muitas vezes optando pelas mesmas a agendas que, poderiam somar muito mais ao meu conhecimento e bem-estar.

Que me perdoem os nobres vereadores, pessoas que tenho estima e respeito, mas só vocês que ainda não atentaram para o quanto as reuniões vêm sendo improdutivas, para não dizer enfadonhas.  Muitos discursos evasivos, desfocados, num indo e vindo constante, nitidamente movidos à base do improviso. E, ontem então foi a gota d’água!

 Quando nos dirigimos à Câmara é porque estamos na expectativa de respostas! Na tarde de ontem, três associações utilizaram da Tribuna Popular com colocações importantíssimas no que tange a segurança da mulher, saúde e meio ambiente, no entanto, nossos nobres vereadores, acharam mais relevante debater sobre o que um pensa sobre o trabalho do outro. Problemas desta “magnitude” deveriam ser dispensados da pauta para serem resolvidos entre vocês, internamente, em sinal de respeito ao publico que vos assiste.

O curioso é que o uso da tribuna popular foi regulamentado, justamente para que a sociedade, representada pelas associações, não se “exceda” no uso fala. Ainda que discordando de alguns termos, cheguei a pensar que estaríamos caminhando para uma reestruturação da Câmara de vereadores, porém, após o episódio de ontem, vejo novamente minha esperança de tempos melhores descer pelo ralo.

Especialistas em comportamento humano afirmam que os bons exemplos devem vir de cima para baixo. Ou seja, devem vir do pai para o filho, do professor para o aluno ou do chefe que dá o exemplo ao seu subordinado. Porém, o que podemos observar no cenário político de Monlevade é que existe certa incoerência entre o que é dito e o que é feito.
Uma coisa é certa, a última coisa que Monlevade precisa no momento é vereador trocando insultos e acusações em reunião de Câmara! Já que o prefeito disse que "está difícil  por ordem na casa", só nos resta então, chamar o "síndico"!

 

sábado, 17 de agosto de 2013

Curtas


Cavalgada I
Todos os argumentos em relação ao não acontecimento da tradicional Cavalgada de Monlevade no Parque do Areão foram voto vencido, uma vez que o Ministério Público bateu o martelo e liberou a área. Se a argumentação ambiental foi inconsciente, talvez seja viável utilizar a Lei do Silêncio, porque se na Avenida Getúlio Vargas o som foi ensurdecedor imagina nas partes altas.

Cavalgada II
Se o objetivo da Cavalgada foi realizar um teste de propagação de som, perderam tempo, afinal o relevo de Monlevade assemelha-se a uma bacia, se retirar o problema do alto, ele recai nas para as partes baixas. Na linguagem popular, é varrer a sujeira para debaixo do tapete.

Cavalgada III
Pela primeira vez, após o tradicional desfile de abertura da Cavalgada, onde os animais lotam as ruas de estrume, houve o cuidado da administração municipal ou dos organizadores do evento em limpar “a sujeira”. Pelo menos na Avenida Getúlio Vargas pude perceber a presença de pessoas realizando a limpeza. Não sei de quem é o mérito, mas, parabéns pela iniciativa!

Denúncias
Nos últimos dias temos acompanhado denúncias importantes, uma envolvendo o Secretário de Meio Ambiente e outra envolvendo o Hospital Margarida. É importante que ambos os casos sejam apurados pelos órgãos competentes e que uma resposta seja dada a população o quanto antes.

Uma luz no fim do túnel

 Tudo indica que o prefeito Teófilo Torres concordou em conceder reajuste salarial aos servidores públicos municipal. Diga-se de passagem, a população de Monlevade já estava pelas medidas com este impasse. Além de ser um desrespeito aos professores, alunos e familiares, a sociedade era obrigada a conviver com o clima tenso das negociações.

Faça o que eu digo mais não faça o que eu faço
Sou favorável a qualquer manifestação popular, desde que a mesma seja pautada pela ordem e pelo respeito. O cidadão que exige a garantia de direito precisa respeitar os direitos dos seus semelhantes, principalmente no que tange a sua vida pessoal. Muitos líderes ao longo da história, como Nelson Mandela, deram uma lição para a humanidade na resolução de conflitos e promoção dos Direitos Humanos levando uma mensagem de paz em tempo de guerra. Incitar o povo na promoção da desordem, do desrespeito, na invasão de privacidade e violação de direito, é medir a população pela mesma régua dos políticos. Direitos e Deveres cabem a todos e o caminho para exigi-lo chama-se Constituição Federal e Ministério Público. O exercício da democracia precisa acompanhar a evolução do tempo, senão estaríamos ainda na “era do Cangaço”.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Heróis e vilões não nascem, são fabricados!

O texto manifesto “Dois Manés”, de autoria do professor e músico Tó Vilela
 foi publicado pelo A Notícia em abril de 2012. 

Como seria bom se tivéssemos uma visão de raio-x para enxergarmos o que há por detrás da “capa” do ser humano. Desde que o mundo é mundo, bem e mal andam juntos, lado a lado, e inegavelmente, um não existiria sem o outro,
O bem e o mal, tal como a verdade e a mentira, são valores universais antagônicos e relativos na forma de interpretação e aplicação individual, em função (sempre) da conveniência.
Aqueles que desconhecem o conceito de cidadania e comprometidos com os interesses pessoais na relação com a estrutura constitucional do poder e com os partidos políticos, estarão sempre prontos a criticar, destrutivamente, a visão dos que, comprometidos responsavelmente com as suas obrigações (dever) de cidadão, à margem de qualquer interesse pelo poder institucional exteriorizar as suas ideias e opiniões (independentemente da área de intervenção/abordagem), em defesa da sociedade como um todo.
Há tempos em João Monlevade temos a sensação de que em se tratando de política os personagens são, a um só tempo, santos e demônios, heróis e vilões, benfeitores e malfeitores; tudo depende de qual grupo político esta no poder.
Inclusive, como seria bom se todas as pessoas tivessem lido  a obra de Tó Vilela, "Os Dois Manés”, que tão bem exemplifica o transtorno bipolar que aflige a política monlevadense. Onde quase sempre o que vale são interesses dos mesmos grupos, bem mais preocupados com o umbigo que com a população, diga-se de passagem.
São por estas e por outras que muitos formadores estão jogando a toalha, porque realmente em se tratando de Monlevade fica difícil identificar quem são os heróis ou vilões.



terça-feira, 13 de agosto de 2013

Curtas


Conferência, Seminário, Audiência e embromação.
Fico a me perguntar o porquê de tantos dispositivos inventados para ludibriar a população. É um gasto de tempo desnecessário, uma vez que nada é germinado além das falácias. Existem ideias e projetos que se perderam em meio aos discursos e papeladas. Recentemente aconteceu a Conferência Municipal dos Serviços Sociais e, fazendo um parâmetro com a que ocorreu no ano de 2012, pude observar que quase nada do que foi proposto foi cumprido. No final do mês teremos a Conferência Municipal da Saúde; seria muito bom se as entidades levassem as propostas apresentadas no ano passado para que pudéssemos verificar o que foi feito pela administração para melhorar a saúde da população de Monlevade.


Água mais cara e falta d’água.
Que a conta d’água em João Monlevade ficou mais cara já não é novidade. Mas talvez o que ninguém saiba é que o problema relacionado à falta d’água ainda não foi solucionado. Vários bairros estão amargando o problema que se arrasta desde a administração passada. A única diferença é que durante a administração do Prandini a população tinha acesso à rádio (da oposição) para “soltar a voz” e reclamar sobre o problema, porém agora, o assunto corre sobre “segredo de estado”.

Recorrer a quem?
Li uma reportagem no jornal A Notícia sobre o aniversário da Lei Maria da Penha onde a Delegada da Delegacia da Mulher de João Monlevade, Monique Moraes Bicalho, fala da necessidade da mulher realizar a denúncia do agressor. O gargalo do problema em Monlevade está além da denuncia.  Como não foi viabilizada a Rede de Atendimento à mulher vitima de violência , precisa-se saber quem irá dar o atendimento psicologico , juridico e social que as mulheres necessitam. A mulher para denunciar precisa ter a certeza de que irá ter com quem contar  após a denúncia.  

Fogo para todo lado!
 
A forma que a população de Monlevade encontrou para resolver o problema da sujeira da cidade foi o fogo. O mês de Agosto normalmente é considerado o mês de alerta para o Corpo de Bombeiros, porque o fogo associado ao clima seco e incidência de ventos, espalha rapidamente por grandes áreas, provocando incêndios em áreas urbanas e rurais.    Muitos incêndios são causados pelo fogo que as que as pessoas colocam para eliminar lixo ou folhas que caem das árvores. Ontem à noite flagrei uma situação destas em frente ao antigo Recanto Bougainville.É bom que os órgãos responsáveis estejam atentos a esta prática e principalmente é preciso que a administração municipal dê o exemplo, porque desde a gestão do Moreira que presenciamos funcionários da Prefeitura ateando fogo em material de capina.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Questão de ponto de vista.


Caso Telles
O vereador Telles não é o primeiro, nem será o último a “alocar conhecidos” no serviço público, até porque, a única forma de exterminar de vez com este tipo de prática é extinguir os cargos comissionados. Aliás, o fim dos cargos comissionados no serviço público iria prestar um serviço enorme para a sociedade, uma vez que, diminuiria a corrupção eleitoral. É que, por trás das campanhas eleitorais, existe um batalhão de pessoas que estão à procura de empregos, justamente por intermédio do famigerado cargo comissionado. Sem contar, que acabaria com as fraudes em folhas de pagamentos (e os funcionários fantasma), a contração de pessoas sem qualquer qualificação e preparo. Concluindo, cargo comissionado é ótimo para emperrar o serviço público, porque até o substituto entrar no “clima” da função, já esta na hora de ceder o cargo para outro.

Água mais cara.
A água não pode ser de graça como fez o ex-prefeito Carlos Moreira (PSDB) em sua gestão. Longe de ser um programa social, o projeto do ex-prefeito que isentava do pagamento os monlevadenses que gastavam até 10m³ de água por mês, só fez sucatear o DAE, deixando a cidade totalmente vulnerável à expansão imobiliária. Mas daí, o Prefeito Teófilo, que inclusive prometeu o retorno do programa na campanha eleitoral, aumentar Tarifa de água em 15%, sendo que o reajuste do salário mínimo de 2013 ficou na casa dos 9% e do servidor municipal 0 % é querer que o povo passe fome ou sede.
 
Adote uma praça e leve uma dúzia de mendigos de graça, como diria o Chico Franco.
A Prefeitura de João Monlevade lançou edital de chamada pública para empresas e entidades que quiserem aderir ao Programa de Adoção de Praças Públicas, no município. De autoria do Belmar Diniz ou do Sinval Dias, o objetivo é estimular parcerias entre o poder público e a iniciativa privada para que os possíveis voluntários mantenham a conservação das praças públicas.  O curioso é que a maioria delas esta habitada por mendigos e andarilhos . Resta saber se estes indivíduos estão incluídos no “pacote”. 
  O Ministério do Trabalho de Monlevade está de férias
 O Ministério do Trabalho de Monlevade está fechado há quase um mês.
 O motivo do fechamento é o afastamento da única funcionária responsável pelo serviço da unidade — ela está afastada cumprindo férias.
 O Ministério do Trabalho é um órgão federal, mas normalmente a responsabilidade da contratação de funcionários para o posto nos municípios fica a cargo da prefeitura, por meio de convênio, como é o caso de Monlevade. Em 2009 o ex-prefeito chegou a inaugurar a Agência Regional do Trabalho e Emprego de João Monlevade, vinculada ao Ministério do Trabalho, disponibilizando duas funcionárias.
Com a falta da funcionária da unidade, serviços relativos a carteiras de trabalho, seguro desemprego e recursos (procedimento necessário quando há o bloqueio de algum benefício) não são realizados, obrigando o funcionário a esperar ainda mais pela liberação do seguro desemprego.
Pelo visto, João Monlevade tem se dado muito bem no quesito retrocesso.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Uma nova eleição em São Gonçalo já é quase certa.


“Comeram o doce antes da festa”. Este foi um comentário de um Saogonçalense sobre a queima fogos de artifício  em comemoração a não cassação do atual prefeito de São Gonçalo, Antônio Carlos Noronha Bicalho (PDT), recentemente. Segundo o mesmo, será muito difícil para o prefeito escapar das “garras” da justiça, já que pesa contra ele fotos e filmagem de uma possível “compra de votos”.
 
O atual prefeito da Coligação “São Gonçalo somos todos nós”,  se safou de dois processos, (63.888 e 63.794), considerados mais fracos, sendo absolvido pelo Juiz José Afonso Neto.
Porém o processo 63.906, que ainda esta Sub Judice, é considerado o mais grave por conter a acusação de compra e fornecimento de materiais de construção para possíveis compras de votos. Além do fornecimento de material hidráulico do DAE para possíveis eleitores e empreiteiras. O processo foi movido pela coligação do candidato derrotado nas eleições de 2012, Luzimar da Fonseca (Buzica).

 Segundo a fonte, o nome da vereadora Luciana Bicalho (PTB), atual presidente da Câmara de São Gonçalo, já está sendo trabalhado para concorrer ao cargo de prefeita, tendo como vice  Ulysses Guimarães Fonseca, atual Secretário Municipal de Cultura, caso a cassação se concretize.

Prefeitos cassados deveriam arcar com os custos da nova eleição, mas a cobrança não tem sido fácil.
Um ano depois de firmar um acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para impor aos prefeitos cassados por crimes eleitorais os custos da nova eleição, a Advocacia-Geral da União luta na Justiça para reaver R$ 1,027 milhão devidos pelos prefeitos cassados e enquadrados na norma. Até o momento, menos de 10% desse total foram pagos. “Muitos devedores não pagam enquanto não forem à Justiça. Essa é uma matéria nova para as procuradorias. As primeiras ações foram ajuizadas de julho do ano passado para cá”, informa o diretor de Patrimônio e Probidade da AGU, Renato Dantas.

Segundo a Lei Eleitoral, são convocadas eleições suplementares sempre que o candidato que foi eleito com mais de 50% dos votos válidos tiver seu registro de candidatura indeferido ou seu mandato cassado por crime eleitoral, como abuso de poder político ou econômico e compra de votos.
 Segundo Dantas, existem dois cenários básicos em relação ao pagamento das dívidas. Alguns ex-prefeitos cassados por improbidade administrativa podem fazer o pagamento mediante acordo direto com as procuradorias da AGU espalhadas pelo país. “Nesses casos, a dívida pode ser parcelada sem nenhum problema. Quem paga à vista pode negociar também um desconto”, explicou.
Desde janeiro de 2012, quando a AGU e o TSE se uniram na tentativa de penalizar financeiramente os prefeitos cassados, foram ajuizadas 23 ações de ressarcimento, das quais três resultaram em acordo judicial com os prefeitos processados pela AGU. Em outros dois casos, os acordos foram celebrados antes mesmo da abertura de processo.
A outra possibilidade de ressarcimento é por meio do Poder Judiciário. “Nos casos em que eles se negam a pagar, fazemos a cobrança judicial. O problema é que a AGU fica à mercê do que o Judiciário entender”, diz o diretor do órgão. Dos 20 processos de cobrança contra prefeitos que correm na Justiça, quatro estão no Ceará. O restante se divide entre Minas Gerais, Goiás, Pará, Maranhão, Mato Grosso, Piauí, Rio de Janeiro e Tocantins.
Para se ter uma ideia dos montantes envolvidos no processo eleitoral, as eleições de 2012 custaram R$ 395 milhões aos cofres públicos, segundo informações do TSE. Assim, cada voto dos mais de 138,5 milhões de eleitores aptos que participaram do pleito do ano passado custou R$ 2,81. Com base nessas cifras, uma eleição para prefeito em uma cidade com 50 mil habitantes, por exemplo, representa um custo de R$ 140,5 mil ao contribuinte.
Dantas explicou que a eficácia da medida depende da atuação da AGU. “É um crédito devido à União. A eficácia está ligada diretamente à nossa maneira de agir, aumentando as formas de se cobrar”. Ele informou que, até agora, cinco ex-prefeitos procuraram a AGU espontaneamente para regularizar a situação. “Acho um número bom se avaliarmos que foram ajuizadas 23 ações de ressarcimento”, comemora.

Fonte: Correio Braziliense

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Casa da mãe Joana e dos filhos da mãe.


Como vem retratando o Jornal A Notícia, João Monlevade parece ser uma terra sem lei. Onde tudo é permitido, obstrução de vias públicas, carretas ao longo das avenidas, acomodação de entulhos e lixos e por aí a fora vai.

Mas, não podemos nos esquecer dos “filhos da mãe” que aproveitam das mazelas da nossa cidade para deixarem seus traços de destruição e desordem.

No início do mês a AMA-JM em parceria com a Estância Canteiro Verde levou ao Bosque do Ipê, no Bairro José de Alencar, quase 200 mudas de árvores nativas e frutíferas com o intuito de levar beleza, pássaros e melhorar a recarga hídrica do entorno. O plantio foi realizado com a ajuda de parceiros, dentre eles alguns vereadores, polícia de meio ambiente, escoteiros, ambientalistas, dentre outros.
Porém um indivíduo, talvez insatisfeito pelo mato deixado em volta do coveamento (que tinha como objetivo proteger o solo dos raios solares e facilitar a penetração da água) tratou logo de atear fogo e deixar o ambiente “limpo” do mato e das mudas.
 
Assim como o filho (a) da mãe do episódio Bosque do Ipê, vários moradores das cidades têm o costume de atear fogo no lixo, restos de podas e roçagem, em terrenos e espaços vazio com muito mato. Mesmo sendo nociva ao meio ambiente a saúde e proibida por lei, essa prática é comum em João Monlevade. O que estes indivíduos parecem não saber é que a fumaça gerada pela queima deste material é tóxica, gerando um aumento considerado no atendimento dos postos de saúde e hospitais, onde os principais afetados são crianças e idosos. Os problemas mais comuns são os respiratórios e irritação nos olhos. Sem contar o dano ambiental para a fauna e a flora, como no caso do Bosque do Ipê.
Para sanar ou pelo menos amenizar as queimadas feitas em áreas urbanas, o Poder Público precisa realizar algumas ações preventivas. Como a identificação antecipada dos locais propícios a queimar, notificando os proprietários e dando prazo para limpeza, além também da correta manutenção espaços vazios do Município.

Paralelamente cabe a sociedade fazer a sua parte denunciando os vândalos que ateiam fogo, e comunicando o mais rápido possível a brigada de incêndio e a Polícia, para que possam identificar e prender esses criminosos. A queimada urbana é uma fonte de poluição evitável, por isso a educação ambiental é fundamental nessa questão.
Para se colocar “ordem na casa” é preciso que todos os elementos estejam dispostos a dar a sua contribuição.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Vereador entra com representação contra ex-prefeito após aprovação de contas feita pelos colegas

Decisão do MP atende à representação feita pelo vereador Borjão, vogal da Comissão de Orçamento e Finanças da Prefeitura de Uberaba.

A prestação de contas no exercício de 2006 do ex- prefeito de Uberaba, Anderson Adalton,  teria sido aprovada no dia 08 de Julho pelos vereadores, embora o TCE tenha aprovado relatório com ressalvas, apontando falhas na abertura de créditos adicionais e no montante repassado à Câmara, a título do duodécimo.

No entanto, o vereador Borjão, entrou com uma representação no MP contra o ex-prefeito , tendo em vista que, apesar de aprovadas as contas pelo TCE, ocorreram algumas observações e ressalvas que podem configurar improbidade administrativa. Leia: http://www.jmonline.com.br/novo/?noticias,1,geral,83279
 
É como eu falo e repito, a moralização da política brasileira passa pelo comprometimento do Legislativo com a efetividade das leis.

sábado, 13 de julho de 2013

Sob a cortina do medo.

     Ontem fui informada que um agente policial teria cometido abuso de autoridade ao autuar um idoso. Após ouvir o relato do ocorrido, aconselhei aos familiares que o ato fosse denunciado á Corregedoria, mas para minha surpresa, a resposta foi negativa pelo fato do oficial ter fama de ser perseguidor de família.

Atitudes de “ostracismo” como esta, faz com que alguns agentes públicos continuem a impor uma sensação de inquietude na sociedade. Todo funcionário público que vislumbra um autoritarismo desgrenhado, desvinculado de necessidade real, precisa ser denunciado, sob a pena de continuar disseminando o “terror”.
Por outro lado, o medo da vítima em denunciar pode ser justificado pela descrença no nosso poder judiciário; moroso e cheio de “brechas”, este acaba jogando por terra a “coragem” do delator. Prevalece então a política do ninguém viu, ninguém ouviu, não é comigo.

Trazendo para o campo político a situação não é muito diferente. Muitos absurdos não são denunciados por medo de “represálias”. Abro um parêntese para certas personalidades monlevadenses como o Grupo Transparência, Marcelo Barbosa, Chico franco e outros tantos, que, elogiados por alguns e criticados por outros, dispensam a “cortina do medo” ao enfrentar “os gigantes”.
Concluindo, a luta solitária pelo exercício dos nossos direitos é difícil. É preciso que a sociedade se organize. Não podemos abaixar a cabeça para as mazelas impostas por um sistema notoriamente falido.  Sem lutas de massa, ação e reforma política a mudança não acontece.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Nem PSDB, nem PT!

Durante a manifestação de ontem cheguei a seguinte conclusão: se os ventos não andam favoráveis ao governo de Teófilo e Anastasia, para a presidenta Dilma também não.  Várias palavras de ordem foram dirigidas ao governo, o que demonstra o estado de insatisfação em relação ao transporte, saúde e educação e tantos outros problemas que nossos governantes insistem em querer camuflar. Talvez o pão que o governo sempre serviu ao povo, com o objetivo de saciar a fome, ande meio bolorento e o "gran circo" político do Brasil já não consiga segurar a plateia.

A população demonstra estar de “saco cheio” desta queda de braços orquestrada pelos partidos políticos na disputa de espaços de poder; e começa a ampliar a participação social na política brasileira a fim de consolidar a verdadeira democracia. E adaptando um dizer de minha avó, comer e protestar, é só começar! E, diga-se de passagem, motivos não faltam!

A verdade é que se tratado de política não existem “santos”, porém a incompetência e roubalheiras têm tornado algo indigesto para a população, que já não aguenta mais ver o governo menosprezar serviços essenciais de que o povo tanto necessita. Não dá para esperar mais por segurança, escolas, creches, boa educação, saúde e bom transporte público! O povo quer ter o retorno dos impostos exorbitantes que paga. E, embora alguns tachem as mobilizações como “marolinhas”, a insatisfação do povo já se espalha com a força de um tsunami...

Que finalmente acordemos e saíamos da inércia…

 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Mandato sem legitimidade é assim mesmo!

Faltam-me palavras para definir o que tem sido a atuação do vereador José Lascado (PSDB) na Câmara Municipal de Monlevade. Aliás, diga-se de passagem, que covardia! Na tentativa de fazê-lo “voz” do governo, estão expondo o vereador ao ridículo! E na reunião da Câmara na noite de ontem, 21/05,  ficou mais uma vez evidente que o nobre vereador atua como “pau mandado”. A mais nova presepada foi pedir vistas à solicitação de Audiência Pública para apurar as questões que tangem a educação no município, requerida pelo vereador Belmar Diniz (PT), mesmo após ter ouvido todas as denúncias e apelos na tribuna e presenciado o manifesto dos professores.

É sabido que Vereadores de situação nada questionam por se apresentarem como “parceiros” do Executivo. São "aconselhados" a fazer e fazem! Mas, daí ficar como lagartixa, só balançando a cabeça, dizendo sim a tudo que é “orquestrado” é subestimar a inteligência do povo e assinar a sentença de morte.
A postura dos nossos vereadores (ainda que de situação) pode e precisa ser diferente! Precisa ter identidade. Passar crédito. Precisamos enxergar autonomia em suas decisões; e ainda que tenham que “acatar” aos pedidos do Executivo, que o faça de maneira inteligente, sem se prestarem ao papel de “marionetes”! Afinal, as leis e seus eleitores estão do seu lado.
Muitos absurdos ocorrem porque o Legislativo não sabe a força que tem e acha que o Executivo é um poder absoluto. É preciso que nossos vereadores tenham noção do poder que têm e se valorizem!

quinta-feira, 16 de maio de 2013

De que adianta jogar pérolas aos porcos?

De nada adiantaram os apelos e as manifestações de protestos, aprovaram as
contas do Moreira, que fiquem então com os seus "travesseiros"!
Pai, se você ganhar e fizer sujeira na Câmara eu fujo de casa”! Estas foram as palavras que um filho direcionou ao pai, quando o mesmo lançou sua candidatura. E não é para menos, aprendemos desde cedo que há dois caminhos que podemos seguir: o certo e o errado; e ambos trazem consequências para toda vida.

Acontece que algumas pessoas, quando eleitas, esquecem-se de cadeiras em defesa de seus princípios, já outras esquecem princípios em defesa de cadeiras.

Algumas até tentam se esconder dentro da prática deturpada do maquiavelismo (fins justificam os meios) para justificar atos censuráveis, sendo que o próprio fim já está corrompido: muitos dos nossos políticos mais tradicionais escolheram como causa final o ganho pessoal ou partidário, representado pela perpetuação do poder ou pelo favorecimento econômico.

O fato é que ainda que protestemos, vamos continuar assistindo ao velho esquema de lideranças, pautada pelo modelo arcaico, de política rasteira, nivelada por baixo. Se estas pessoas não respeitam as leis, quiça os apelos do povo.

Para mudar o que está, o mal deve ser cortado pela raiz.  É importante que alguém tenha a ousadia e a coragem de quebrar a lógica dominante. Precisa-se de uma nova gênese no meio político: pessoas que amam este país e este povo e que entendem que fazer política é uma profissão que pode ser desempenhada com lisura, com conhecimento social, com altruísmo.

Mas, o grande desafio é esta mudança. Não há como contestar que os políticos são a cara do povo, por mais que não gostemos de nos ver espelhados assim. Essa "cara” inclui a mentira e a corrupção. A atitude de nossos políticos reflete a falta de espírito ou interesse público da população. No hábito arraigado de "tirar vantagem em tudo", de se deixar corromper pela troca de um favor ou de um privilégio.

Neste círculo historicamente vicioso, sinceramente, fica muito difícil enxergar uma luz no fim do túnel.