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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Leischmaneose: a culpa não é do cachorro, e sim da sujeira!
humor, política, reflexão, saúde, beleza,
atitude,
denúncia,
meio ambiente,
opinião,
qualidade de vida
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
O que está ruim pode piorar!
O crescimento urbano desordenado (aliado aos baixos
investimentos na fiscalização e prevenção) e as chuvas de verão geram
consequências graves em João Monlevade, tais como enchentes, desmoronamentos, buracos
nas pistas, dentre outros.
Não é de agora que nossa
cidade revela a fragilidade na infraestrutura urbana e até mesmo o despreparo
dos departamentos públicos na realização de reparos, buscando melhoria à população.
Sai ano,
entra ano contabilizamos prejuízos e ainda estamos muito longe de encontrarmos
uma solução.
Muitas ruas nas partes altas
no município foram asfaltadas num ato totalmente politiqueiro, sem nenhum
investimento nas redes pluviais, por consequência, agravaram-se os problemas de
alagamento nas partes baixas; provocando prejuízos aos comerciantes, caos no
trânsito, dificultando a vida do cidadão.
Ao circular por alguns
bairros (com ênfase no bairro Belmonte), é possível notar o descaso da
administração municipal com relação aos matos e sujeiras, além da má manutenção
das ruas e avenidas, tomadas de buracos. Sem contar que problemas relacionados
aos estragos da chuva do verão passado ainda não foram solucionados, como por
exemplo, a Avenida Contorno no bairro Vila tanque. Leia na reportagem do Ultima Notícia um ano atrás: http://www.ultimanoticia.com.br/ultimanoticia/Portugues/detNoticia.php?cod=15620
O fato é que as chuvas não podem
ser encaradas como um problema para João Monlevade, por ser um fenômeno natural.
O que não pode ser visto com “naturalidade” é a negligência da administração
publica com relação às medidas preventivas, comprometendo a saúde pública e a
segurança da população monlevadense, sujeitando os moradores a um verdadeiro
estado de calamidade pública.
humor, política, reflexão, saúde, beleza,
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desrespeito,
indignação,
meio ambiente,
reivindicação
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Curtas
Monlevade de opções!
Como
é bom saber que a população está reagindo ao marasmo. Na manhã de ontem,
circulando pelo centro da cidade, pude perceber o misto de atividades
proporcionadas para os monlevadenses. Na praça do povo, corrida da Acorp com
participação de vários atletas e da Academia de Dança Rose Machado; atrás do
Hiper, trilhão. E ainda fiquei sabendo de uma “Caminhada Ecológica” promovida
pela turma do RG Pneus lá pelas bandas dos “Fernandes” em Santa Rita de Pacas,
sem contar a turma do Mato Adentro (que não perde um Domingo nas andanças) que
também esteve por lá! É o que eu sempre falo: o lazer está em qualquer lugar,
basta aprender enxergar!
De zero a 6,77%, servidores Municipais vencem
a queda de braço.
Tudo indica que o prefeito
vai conceder reajuste de 6,77%
aos servidores ao contrário do 0% ofertado.
Uma vitória importante para o funcionalismo público, em especial aos
professores, que abraçaram a luta com coragem e determinação. O que me deixa indignada
nestas questões é que muitos trabalhadores cruzam os braços, acomodam e deixam
que “outros” saem na linha de frente das negociações como verdadeiros “batedores”.
Agora, certamente colherão o fruto da conquista sem ao menos terem suado a
camisa! Deveriam então ter a hombridade de abrir mão do reajuste, por não
merecê-lo!
Depois da tumultuada sessão da última quarta-feira (21/08), quando deveria ter acontecido a votação do projeto (ou da indicação, salvo engano) do vereador Belmar Diniz (PT) pedindo que se instaure uma Audiência Pública sempre que houver aumento nas taxas de serviços cobrados à população, como de Tarifa d’água, IPTU dentre outros, o vereador Zé Lascado (PSDB) pediu “vistas” para analisar o projeto. Aliás, diga-se de passagem, as manifestações do referido vereador nas reuniões da Câmara Municipal, têm se atido às votações e pedido de vistas a projeto da oposição. Comenta-se aos quatro cantos da cidade, que a “participação” do Vereador Zé Lascado na Câmara Municipal é regida pela administração municipal. Então perguntamos: Será que é isto que os eleitores do Lascado esperam do seu mandato?
Vereadores II
Pesquisa do Instituto Tiradentes aponta o vereador Tuquinho do povo como o vereador mais atuante de Monlevade
Segundo consta, o Instituto Tiradentes
realizou entre os dias 20 a 30 de julho, uma pesquisa de opinião pública em João
Monlevade, com o objetivo de apurar qual o legislador mais atuante do
município, no critério de atuação parlamentar, apontando o Tuquinho do Povo (PMDB) como
vencedor seguido de Telles Superação (PSC), e Djalma Bastos (PSD). Divergências a parte,
a quem ache que o resultado não foi
o retrato fiel da verdade. Pelo sim, pelo não, e sem querer desmerecer os trabalhos dos edis,
enviei um email para o Instituto Tiradentes para me inteirar melhor sobre a
forma que foi feita a pesquisa. Fiquemos então no aguardo...
Como
é bom saber que a população está reagindo ao marasmo. Na manhã de ontem,
circulando pelo centro da cidade, pude perceber o misto de atividades
proporcionadas para os monlevadenses. Na praça do povo, corrida da Acorp com
participação de vários atletas e da Academia de Dança Rose Machado; atrás do
Hiper, trilhão. E ainda fiquei sabendo de uma “Caminhada Ecológica” promovida
pela turma do RG Pneus lá pelas bandas dos “Fernandes” em Santa Rita de Pacas,
sem contar a turma do Mato Adentro (que não perde um Domingo nas andanças) que
também esteve por lá! É o que eu sempre falo: o lazer está em qualquer lugar,
basta aprender enxergar!
Vereadores
I
Lascado, de novo?Depois da tumultuada sessão da última quarta-feira (21/08), quando deveria ter acontecido a votação do projeto (ou da indicação, salvo engano) do vereador Belmar Diniz (PT) pedindo que se instaure uma Audiência Pública sempre que houver aumento nas taxas de serviços cobrados à população, como de Tarifa d’água, IPTU dentre outros, o vereador Zé Lascado (PSDB) pediu “vistas” para analisar o projeto. Aliás, diga-se de passagem, as manifestações do referido vereador nas reuniões da Câmara Municipal, têm se atido às votações e pedido de vistas a projeto da oposição. Comenta-se aos quatro cantos da cidade, que a “participação” do Vereador Zé Lascado na Câmara Municipal é regida pela administração municipal. Então perguntamos: Será que é isto que os eleitores do Lascado esperam do seu mandato?
Vereadores II
Pesquisa do Instituto Tiradentes aponta o vereador Tuquinho do povo como o vereador mais atuante de Monlevade
Segundo consta, o Instituto Tiradentes
realizou entre os dias 20 a 30 de julho, uma pesquisa de opinião pública em João
Monlevade, com o objetivo de apurar qual o legislador mais atuante do
município, no critério de atuação parlamentar, apontando o Tuquinho do Povo (PMDB) como
vencedor seguido de Telles Superação (PSC), e Djalma Bastos (PSD). Divergências a parte,
a quem ache que o resultado não foi
o retrato fiel da verdade. Pelo sim, pelo não, e sem querer desmerecer os trabalhos dos edis,
enviei um email para o Instituto Tiradentes para me inteirar melhor sobre a
forma que foi feita a pesquisa. Fiquemos então no aguardo...
humor, política, reflexão, saúde, beleza,
atitude,
meio ambiente,
política
sábado, 17 de agosto de 2013
Curtas
Todos os argumentos em relação ao não acontecimento da tradicional Cavalgada de Monlevade no Parque do Areão foram voto vencido, uma vez que o Ministério Público bateu o martelo e liberou a área. Se a argumentação ambiental foi inconsciente, talvez seja viável utilizar a Lei do Silêncio, porque se na Avenida Getúlio Vargas o som foi ensurdecedor imagina nas partes altas.
Cavalgada II
Se o objetivo da Cavalgada foi realizar um
teste de propagação de som, perderam tempo, afinal o relevo de Monlevade
assemelha-se a uma bacia, se retirar o problema do alto, ele recai nas para as partes
baixas. Na linguagem popular, é varrer a sujeira para debaixo do tapete.
Cavalgada
III
Pela primeira vez, após o tradicional desfile de
abertura da Cavalgada, onde os animais lotam as ruas de estrume, houve o
cuidado da administração municipal ou dos organizadores do evento em limpar “a
sujeira”. Pelo menos na Avenida Getúlio Vargas pude perceber a presença de
pessoas realizando a limpeza. Não sei de quem é o mérito, mas, parabéns pela
iniciativa!
Denúncias
Nos últimos dias temos acompanhado denúncias importantes,
uma envolvendo o Secretário de Meio Ambiente e outra envolvendo o Hospital Margarida.
É importante que ambos os casos sejam apurados pelos órgãos competentes e que
uma resposta seja dada a população o quanto antes.
Uma luz no fim do túnel
Faça o que eu digo mais não faça o que eu
faço
Sou
favorável a qualquer manifestação popular, desde que a mesma seja pautada pela
ordem e pelo respeito. O cidadão que exige a garantia de direito precisa
respeitar os direitos dos seus semelhantes, principalmente no que tange a sua
vida pessoal. Muitos líderes ao longo da história, como Nelson Mandela, deram
uma lição para a humanidade na resolução de conflitos e promoção dos Direitos Humanos
levando uma mensagem de paz em tempo de guerra. Incitar o povo na promoção da desordem,
do desrespeito, na invasão de privacidade e violação de direito, é medir a
população pela mesma régua dos políticos. Direitos e Deveres cabem a todos e o
caminho para exigi-lo chama-se Constituição Federal e Ministério Público. O exercício
da democracia precisa acompanhar a evolução do tempo, senão estaríamos ainda na
“era do Cangaço”.
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atitude,
comportamento,
denúncia,
desrespeito,
direitos,
educação,
impunidade,
legislação,
meio ambiente,
mobilização,
mudança de comportamento,
política,
reivindicação,
saúde
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Afinal, o que é a área do Areão?
| Areão, "o pé de dinheiro" dos gestores |
Não se sabe o porquê, mas o próprio Carlos Moreira resolveu mudar de ideia e transformou o Parque Ecológico em “Parque de Exposição” que tem objetivos bem diferentes, normalmente os parques de exposição realizam grandes eventos, palestras, feiras, shows ou congressos, contanto com espaços estruturados para acolher as empresas públicas e privadas em eventos sociais do município.
Para tal , segundo consta, o ex-prefeito buscou um empréstimo junto à CEF – na ordem de R$ 880 mil -, dentro do Programa “Turismo Brasil”, para construção do Parque de Exposições. A obra não foi concluída e o Parque de Exposição do Areão ficou mais para “Área da Cavalgada”.
Bom, aí veio o ex-prefeito Gustavo Prandini, com ideias
mais “sustentáveis” e o Parque de Exposição do Areão voltou a ter uma conotação
mais ambientalista, seria o Complexo Turístico do Areão; que teria o objetivo
fornecer atrativos turísticos para os monlevadenses e visitantes. Haveria
academia ao ar livre, playground, pista de caminhada, quiosques, quadras
esportivas e trilhas ecológicas com acesso para pessoas com deficiência. Novamente,
foram viabilizados 682.500,00 mil para o Complexo Turístico do Areão junto ao
Ministério do Turismo e ninguém viu nada pronto.
Agora, pelo o que tudo indica, o atual prefeito Teófilo
Torres, resolveu dar continuidade ao "projeto do Carlos Moreira" transformando novamente o “Complexo Turístico do Areão” em Parque de Exposição do Areão!
E a continuação desta
história nós já conhecemos, é mais dinheiro do povo investido no nada até
que alguém chegue à conclusão que a área do Areão é área de preservação
ambiental . Fico impressionada com a facilidade que eles têm para alterarem projetos e viabilizarem recursos! E eu que não acreditava em pé de dinheiro, começo a acreditar que o Areão é uma fonte inesgotável!
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quarta-feira, 31 de julho de 2013
A Praça do Povo e do Barulho!
| Imagem ilustrativa |
Nada contra as manifestações artísticas,
porém, o direito de um, se estende até onde o direito do outro começa.
Constantemente os shows na Praça do Povo têm se estendido muito além das
22horas, conforme o que determina a lei, perturbando o sono das pessoas que
vivem nas proximidades. Na noite de sábado, 27/07 era possível ouvir o barulho
à km de distância.
O bem jurídico
Sossego Público não é um bem disponível ou irrelevante. O silêncio é um direito
do cidadão. O sono assegura a reparação da fadiga física e da
fadiga mental ou nervosa do indivíduo. O sono é composto de várias etapas,
cujas durações variam no curso da noite. Primeiramente, entramos num estagio de
sono lento ou profundo, assegurando-se principalmente a reparação física. Na
segunda parte, onde o sono rápido ou paradoxal é maior, assegura-se a reparação
nervosa. Nas fases paradoxais, o sono é relativamente leve e pode ser
perturbado por ruídos fracos, o que irá impedir ou entravar a reparação do
sistema nervoso. Efeitos como aumento do ritmo cardíaco e da pressão arterial,
dispneia, fraqueza, fadiga, dificuldade de concentração, alteração das
glândulas suprarrenais, hipófise, dentre outras. Acontece que, enquanto outros órgãos do sentido descansam durante o sono, os ouvidos se mantêm em estado de alerta. A audição funciona como um alarme e o cérebro produz adrenalina diante do perigo do ruído; concluindo o sistema de defesa continua o mesmo.
O que determina a lei
A CF artigo 225, determina: “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, imponde-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”. • A responsabilidade pelo dano ambiental independe da existência de culpa, nos termos do art. 14, parágrafo 1º, da Lei nº 6938/81, assim redigido: “Parágrafo 1º- Sem obstar a aplicação das penalidades previstas neste artigo, é o poluidor obrigado, independentemente da existência de culpa, a indenizar ou reparar, os danos causados ao meio ambiente e a terceiros, afetados por sua atividade. O Ministério Público da União e dos Estados terá legitimidade para propor ação de responsabilidade civil e criminal por danos causados ao meio ambiente.”.
Trocando em miúdos, quem se sentir lesado pelos
“barulhos” fora de hora na Praça do Povo deve acionar o Ministério Público e
fazer valer os seus direitos!
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quarta-feira, 24 de julho de 2013
Casa da mãe Joana e dos filhos da mãe.
Como vem retratando o Jornal A Notícia, João Monlevade
parece ser uma terra sem lei. Onde tudo é permitido, obstrução de vias
públicas, carretas ao longo das avenidas, acomodação de entulhos e lixos e por
aí a fora vai.
Mas, não podemos nos esquecer dos “filhos da mãe” que
aproveitam das mazelas da nossa cidade para deixarem seus traços de destruição
e desordem.
No início do mês a AMA-JM em parceria com a Estância
Canteiro Verde levou ao Bosque do Ipê, no Bairro José de Alencar, quase 200
mudas de árvores nativas e frutíferas com o intuito de levar beleza, pássaros e
melhorar a recarga hídrica do entorno. O plantio foi realizado com a ajuda de
parceiros, dentre eles alguns vereadores, polícia de meio ambiente, escoteiros,
ambientalistas, dentre outros.
Porém um indivíduo, talvez
insatisfeito pelo mato deixado em volta do coveamento (que tinha como objetivo proteger
o solo dos raios solares e facilitar a penetração da água) tratou logo de atear
fogo e deixar o ambiente “limpo” do mato e das mudas.
Assim como o filho (a) da mãe do episódio Bosque do Ipê, vários
moradores das cidades têm o costume de atear fogo no lixo, restos de podas e
roçagem, em terrenos e espaços vazio com muito mato. Mesmo sendo nociva ao meio
ambiente a saúde e proibida por lei, essa prática é comum em João Monlevade. O
que estes indivíduos parecem não saber é que a fumaça gerada pela queima deste
material é tóxica, gerando um aumento considerado no atendimento dos postos de
saúde e hospitais, onde os principais afetados são crianças e idosos. Os
problemas mais comuns são os respiratórios e irritação nos olhos. Sem contar o
dano ambiental para a fauna e a flora, como no caso do Bosque do Ipê.
Para sanar ou pelo menos amenizar as queimadas feitas em
áreas urbanas, o Poder Público precisa realizar algumas ações preventivas. Como
a identificação antecipada dos locais propícios a queimar, notificando os
proprietários e dando prazo para limpeza, além também da correta manutenção espaços
vazios do Município.
Paralelamente cabe a sociedade fazer a sua parte denunciando
os vândalos que ateiam fogo, e comunicando o mais rápido possível a brigada de incêndio
e a Polícia, para que possam identificar e prender esses criminosos. A queimada
urbana é uma fonte de poluição evitável, por isso a educação ambiental é
fundamental nessa questão.
Para se colocar “ordem na casa” é preciso que todos os
elementos estejam dispostos a dar a sua contribuição.
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sexta-feira, 7 de junho de 2013
O que falta ao meio ambiente é a atitude!
| Faltam lixeiras ao longo da reta do Baú, diagnostico confirmado durante a caminhada ecológica. |
Também não posso deixar de mencionar a qualidade das palestras ministradas ao longo da semana e a ausência das "partes interessadas", como por exemplo, a palestra : "Poda de Precisão em árvores urbanas "com Luiz Carlos da Gerência de Meio Ambiente da Cemig que não contou com a participação do setor de serviços urbanos da prefeitura municipal.
| Leotacílio da Fonseca, ambientalista, troca uma garrafa pelo comprometimento ambiental do visitante. |
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quarta-feira, 24 de abril de 2013
Adventistas realizam limpeza de Praça em Monlevade!
| Adventistas realizam serviço da Prefeitura |
Parece-me que, a
exemplo do “Limpa Brasil”, um projeto realizado pela Igreja Adventista do Sétimo
Dia, que tem por objetivo promover a limpeza de grandes cidades brasileiras,
buscando desenvolver nas pessoas uma conscientização ambiental através da
destinação adequada dos resíduos, os voluntários adventistas de João Monlevade resolveram
deixar a pracinha do Bairro Santa Bárbara livre do mato e da sujeira.
Gostaria de
parabeniza-los pela responsabilidade social, pelo compromisso com o meio
ambiente e com a saúde! Ato, que deveria ser imitado pelos nossos representantes,
que recebem para fazê-lo e, no entanto, vivem de tentar justificar o injustificável.
Admira-me muito as justificativas, que muitos gestores apontam,
para deixar de realizar feitos que beneficiam a população. A exemplo, na tarde
de ontem, dia 23/04 durante a Audiência Pública, a convidada Eliana Piola da
Coordenadoria de Políticas Públicas para a Mulher deu uma “aula” sobre o tema.
Durante a sua explanação relatou sobre a dificuldade que certo prefeito estaria
tendo em cumprir a meta do município em relação aos exames de mamografia, o ato
de realizar os exames no período noturno através do voluntariado da própria administração
fez com que o município se tornasse referência neste atendimento.
O divisor de águas entre o querer e o fazer, a meu ver,
chama-se vontade. É preciso ter o desejo
de realizar e a capacidade de mobilizar!
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domingo, 21 de abril de 2013
Comemorar o aumento de atendimento no PA é o fim da picada!
Aí como eu gostaria de ter
retornado falando de coisas boas! Andei meio silenciosa ultimamente, mas não
foi por falta de assunto. Ficamos ansiosos demais em todo início de mandato, buscando
novas perspectivas.
Mas, como nossa cidade está aparentemente em estado de letargia. O dedo começou a coçar e não deu mais para esperar!
Por onde tenho andando a reclamação contra administração é crescente, especialmente por conta de compromissos não cumpridos, a exemplo, a questão da limpeza pública, promessa de campanha e clamor do eleitorado para obra de início de mandato.
Para uma campanha, onde o dinheiro foi apontado como a solução para todos os problemas, presenciar a cidade estagnada pela ausência dele, soa no mínimo contraditório. Pior ainda é constatar que o secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Antônio Jorge de Souza Marques, escolheu Itabira a Monlevade em um momento tão delicado para a saúde monlevadense. Ora, a população de Monlevade acreditava que a distância entre os recursos estaduais e o cofre municipal ficaria mais estreita...
Mas, admiram-me muito os defensores de plantão, dispostos a esperar, (sabe-se lá por quanto tempo) pela limpeza da cidade, culpar o povo que suja, que não limpa. Concordo em partes, a população tem por obrigação colaborar com a manutenção da limpeza pública, mas, e quando não há a limpeza pública?
Todos sabem que a limpeza da cidade é uma questão de saúde pública. O acúmulo de lixo e entulho, bem como o crescimento do mato podem gerar diversos problemas. Esses fatores facilitam a proliferação, principalmente, de roedores, insetos, animais peçonhentos e até mesmo da dengue. Tanto que, como o próprio prefeito declarou recentemente o atendimento no PA dobrou nos cem dias de governo, uma péssima notícia; população saudável não procura atendimento médico!
Francamente, paciência tem limite!
Mas, como nossa cidade está aparentemente em estado de letargia. O dedo começou a coçar e não deu mais para esperar!
Por onde tenho andando a reclamação contra administração é crescente, especialmente por conta de compromissos não cumpridos, a exemplo, a questão da limpeza pública, promessa de campanha e clamor do eleitorado para obra de início de mandato.
Para uma campanha, onde o dinheiro foi apontado como a solução para todos os problemas, presenciar a cidade estagnada pela ausência dele, soa no mínimo contraditório. Pior ainda é constatar que o secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Antônio Jorge de Souza Marques, escolheu Itabira a Monlevade em um momento tão delicado para a saúde monlevadense. Ora, a população de Monlevade acreditava que a distância entre os recursos estaduais e o cofre municipal ficaria mais estreita...
Mas, admiram-me muito os defensores de plantão, dispostos a esperar, (sabe-se lá por quanto tempo) pela limpeza da cidade, culpar o povo que suja, que não limpa. Concordo em partes, a população tem por obrigação colaborar com a manutenção da limpeza pública, mas, e quando não há a limpeza pública?
Todos sabem que a limpeza da cidade é uma questão de saúde pública. O acúmulo de lixo e entulho, bem como o crescimento do mato podem gerar diversos problemas. Esses fatores facilitam a proliferação, principalmente, de roedores, insetos, animais peçonhentos e até mesmo da dengue. Tanto que, como o próprio prefeito declarou recentemente o atendimento no PA dobrou nos cem dias de governo, uma péssima notícia; população saudável não procura atendimento médico!
Francamente, paciência tem limite!
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saúde
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
O que será da nossa humanidade em 2070?
Carta escrita em 2070
"Estamos no ano de 2070, acabo de completar os 50, mas a minha aparência é de alguém de 85. Tenho sérios problemas renais porque bebo muito pouca água. Creio que me resta pouco tempo.
Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade.
Recordo quando tinha 5 anos. Tudo era muito diferente.
Havia muitas árvores nos parques, as casas tinham bonitos jardins e eu podia desfrutar de um banho de chuveiro com cerca de uma hora.
Agora usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele.
Antes todas as mulheres mostravam a sua formosa cabeleira.
Agora devemos raspar a cabeça para a manter limpa sem água.
Antes o meu pai lavava o carro com a água que saía de uma mangueira.
Hoje os meninos não acreditam que a água se utilizava dessa forma.
Recordo que havia muitos anúncios que diziam CUIDA DA água, só que
ninguém ligava; pensávamos que a água jamais se podia terminar.
Agora, todos os rios, barragens, lagoas e mantos aqüíferos estão irreversivelmente contaminados ou esgotados.
Antes a quantidade de água indicada como ideal para beber era oito copos por dia por pessoa adulta. Hoje só posso beber meio copo.
A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo; tivemos que voltar a usar os poços sépticos (fossas) como no século passado porque as redes de esgotos não se usam por falta de água.
A aparência da população é horrorosa; corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de chagas na pele pelos raios ultravioletas que já não têm a camada de ozônio que os filtrava na atmosfera.
Imensos desertos constituem a paisagem que nos rodeia por todos os
lados.
As infecções gastrintestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas de morte.
A industria está paralisada e o desemprego é dramático.
As fábricas dessalinizadoras são a principal fonte de emprego e pagam-te com água potável em vez de salário.
Os assaltos por um bidão de água são comuns nas ruas desertas.
A comida é 80% sintética. Pela ressiquidade da pele uma jovem de 20
anos está como se tivesse 40.
Os cientistas investigam, mas não há solução possível.
Não se pode fabricar água,o oxigênio também está degradado por falta de arvores o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações.
Alterou-se a morfologia dos espermatozóides de muitos indivíduos, como conseqüência há muitos meninos com insuficiências, mutações e deformações. O governo até nos cobra pelo ar que respiramos.137 m3 por dia por habitante e adulto.
A gente que não pode pagar é retirada das "zonas ventiladas", que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar,não são de boa qualidade mas pode-se respirar, a idade média é de 35 anos.
Em alguns países ficaram manchas de vegetação com o seu respectivo
rio que é fortemente vigiado pelo exercito,a água tornou-se um tesouro muito cobiçado mais do que o ouro ou os diamantes.
Aqui em troca, não há arvores porque quase nunca chove, e quando chega a registrar-se precipitação,é de chuva ácida; as estações do ano tem sido severamente transformadas pelas provas atômicas e da industria contaminante do século XX.
Advertia-se que havia que cuidar o meio ambiente e ninguém fez caso.
Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando era jovem descrevo o bonito que eram os bosques, lhe falo da chuva, das flores, do agradável que era tomar banho e poder pescar nos rios e barragens, beber toda a água que quisesse, o saudável que era a gente.
Ela pergunta-me: Papá! Porque se acabou a água?
Então, sinto um nó na garganta; não posso deixar de sentir-me culpado,porque pertenço à geração que terminou destruindo o meio ambiente ou simplesmente não tomamos em conta tantos avisos.
Agora os nossos filhos pagam um preço alto e sinceramente creio que a vida na terra já não será possível dentro de muito pouco porque a destruição do meio ambiente chegou a um ponto irreversível.
Como gostaria voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto quando ainda podíamos fazer algo para salvar o nosso planeta terra!"
Documento extraído da revista biográfica "Crônicas de los Tiempos"
"Estamos no ano de 2070, acabo de completar os 50, mas a minha aparência é de alguém de 85. Tenho sérios problemas renais porque bebo muito pouca água. Creio que me resta pouco tempo.
Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade.
Recordo quando tinha 5 anos. Tudo era muito diferente.
Havia muitas árvores nos parques, as casas tinham bonitos jardins e eu podia desfrutar de um banho de chuveiro com cerca de uma hora.
Agora usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele.
Antes todas as mulheres mostravam a sua formosa cabeleira.
Agora devemos raspar a cabeça para a manter limpa sem água.
Antes o meu pai lavava o carro com a água que saía de uma mangueira.
Hoje os meninos não acreditam que a água se utilizava dessa forma.
Recordo que havia muitos anúncios que diziam CUIDA DA água, só que
ninguém ligava; pensávamos que a água jamais se podia terminar.
Agora, todos os rios, barragens, lagoas e mantos aqüíferos estão irreversivelmente contaminados ou esgotados.
Antes a quantidade de água indicada como ideal para beber era oito copos por dia por pessoa adulta. Hoje só posso beber meio copo.
A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo; tivemos que voltar a usar os poços sépticos (fossas) como no século passado porque as redes de esgotos não se usam por falta de água.
A aparência da população é horrorosa; corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de chagas na pele pelos raios ultravioletas que já não têm a camada de ozônio que os filtrava na atmosfera.
Imensos desertos constituem a paisagem que nos rodeia por todos os
lados.
As infecções gastrintestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas de morte.
A industria está paralisada e o desemprego é dramático.
As fábricas dessalinizadoras são a principal fonte de emprego e pagam-te com água potável em vez de salário.
Os assaltos por um bidão de água são comuns nas ruas desertas.
A comida é 80% sintética. Pela ressiquidade da pele uma jovem de 20
anos está como se tivesse 40.
Os cientistas investigam, mas não há solução possível.
Não se pode fabricar água,o oxigênio também está degradado por falta de arvores o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações.
Alterou-se a morfologia dos espermatozóides de muitos indivíduos, como conseqüência há muitos meninos com insuficiências, mutações e deformações. O governo até nos cobra pelo ar que respiramos.137 m3 por dia por habitante e adulto.
A gente que não pode pagar é retirada das "zonas ventiladas", que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar,não são de boa qualidade mas pode-se respirar, a idade média é de 35 anos.
Em alguns países ficaram manchas de vegetação com o seu respectivo
rio que é fortemente vigiado pelo exercito,a água tornou-se um tesouro muito cobiçado mais do que o ouro ou os diamantes.
Aqui em troca, não há arvores porque quase nunca chove, e quando chega a registrar-se precipitação,é de chuva ácida; as estações do ano tem sido severamente transformadas pelas provas atômicas e da industria contaminante do século XX.
Advertia-se que havia que cuidar o meio ambiente e ninguém fez caso.
Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando era jovem descrevo o bonito que eram os bosques, lhe falo da chuva, das flores, do agradável que era tomar banho e poder pescar nos rios e barragens, beber toda a água que quisesse, o saudável que era a gente.
Ela pergunta-me: Papá! Porque se acabou a água?
Então, sinto um nó na garganta; não posso deixar de sentir-me culpado,porque pertenço à geração que terminou destruindo o meio ambiente ou simplesmente não tomamos em conta tantos avisos.
Agora os nossos filhos pagam um preço alto e sinceramente creio que a vida na terra já não será possível dentro de muito pouco porque a destruição do meio ambiente chegou a um ponto irreversível.
Como gostaria voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto quando ainda podíamos fazer algo para salvar o nosso planeta terra!"
Documento extraído da revista biográfica "Crônicas de los Tiempos"
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quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Mãos fechadas e falta d’água
Fato: Poucos
prefeitos João Monlevade investiram na ampliação e na melhoria dos sistemas de
abastecimento de água ao longo dos anos.
Inegavelmente
ficar sem água é terrível! Embora vários moradores estejam reclamando da falta d'água em suas casas, o que parece ser um problema generalizado, alguns
bairros de João Monlevade sofrem uma falta crônica de água há décadas. Mesmo
que não haja quebra de adutora, de bomba de poço ou qualquer outra situação
imprevisível, há sempre falta d’água.
O problema é na distribuição, na
falta de investimentos ao longo dos anos. Entrou prefeito e saiu prefeito sem
que houvesse a preocupação de “produzir” água o suficiente para atender a
demanda. Sem contar que, há casas que se quer possuem um reservatório (caixa) com
um mínimo de 200 litros/dia por pessoa na casa. Resumindo, fornecimento de água
em Monlevade sempre andou na contramão do desenvolvimento.
E neste sentido tiro o chapéu
para Gustavo Prandini pela coragem! Mesmo com
todas as “mazelas” da administração de Gustavo Prandini, ninguém pode negar os
investmentos que estão sendo feitos para amenizar o problema do fornecimento de
água em Monlevadense: 5,5 km de adutoras para levar e propiciar que se leve
água a um numero bem maior de habitante, em pontos bem adversos , reestruturação
na Estação de Tratamento de Água ( ETA - pacas ) que não recebia investimentos satisfatórios
desde os tempos de Germim Loureiro, sem contar os 2 novos reservatórios .
Provavelmente, estas medidas não
serão suficientes para resolver definitivamente o problema da falta dágua na cidade ( diga-se de passagem, a estiagem
prolongada, como estamos vivendo
atualmente, faz com que o nível do reservatório que atende o município caia
pela metade, e não há prefeito que resolva as “coisas do céu) mas, dará uma “amassiada”
para o próximo prefeito, que assumirá a parte do “colocar para funcionar”!
Todos sabemos,que , qualquer
construção ou reforma, gera transtornos, então meu povo, um pouco mais de
paciência.
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segunda-feira, 18 de junho de 2012
Rua Olinda Dias Fernandes : O retrato do descaso!
Alguns
moradores acusam o dono de um ferro velho, Geraldo Eustáquio Pereira, 54, pela desordem na rua. Segundo relatos, Geraldo,
que utiliza um espaço em frente ao seu depósito acumulando grande
quantidade de materiais, como, ferro velho, papel, papelão, plásticos, sucatas
de eletroeletrônicos, carros velhos, dentre outros, já teria
sido autuado, mas a situação persiste para a preocupação dos vizinhos. “Acúmulos
de ratos, grande quantidade de pernilongos (muriçocas), e por fim o lixo. Precisamos
de providências”!
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terça-feira, 5 de junho de 2012
Dia do Meio Ambiente! Ver para crer!
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sexta-feira, 1 de junho de 2012
Coreto "Vó Mena" vira a "Casa da Mãe Joana"!
Nesta semana
os “moradores” do Coreto, resolveram atear fogo no local, e, graças à
intervenção de um funcionário da escola CERP, situada em frente à Praça Sete de
Setembro, não houve um acidente com maiores proporções. Segundo o relato de
pessoas que estariam próximas ao local no momento, o funcionário do CERP teria
utilizado um extintor de incêndios da escola para conter as chamas.
A polícia Militar constantemente é acionada devido às práticas obscenas que acontecem na praça e inclusive chegou a prender um traficante de drogas no local no mês de Março: http://jopopular.blogspot.com.br/2012/03/homem-e-preso-no-coreto-da-praca-sete.html.
Atualmente, a Praça Sete de Setembro de João Monlevade, um dos cartões postais de Monlevade é motivo de vergonha para os Monlevadenses... Aonde está a Assistência Social do Município?
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segunda-feira, 30 de abril de 2012
AH, a Arcellor pÓde!
| Resíduo sendo despejado no Rio Piracicaba |
Meu marido é um pequeno produtor rural e constantemente
recebe “visitas” de órgãos ambientais procurando licença disto ou daquilo.
Porém, muitas das violações mais palpáveis da legislação
são, na teoria, concessões aos mais “poderosos”. Ao se produzirem leis
ambientais a pretexto de preservar os direitos de todos a um meio ambiente
ecologicamente equilibrado, criaram-se também condicionantes, brechas, sob o
título de “desenvolvimento sustentável”.
A poluição de bacias
hidrográficas por indústrias há tempos vem sendo tema de debates e discussões
entre as mais variadas comunidades cientifica, econômica, política e sociais. Empresas
e indústrias que conduzem suas atividades em desarmonia e desrespeito ao Meio
Ambiente e as leis também devem ser fiscalizadas e punidas, porém não é o que
se observa na prática
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quarta-feira, 4 de abril de 2012
Os "elefantes brancos" de Monlevade
Existem
construções em Monlevade que há anos estão paralisadas. Seja por motivos judiciais ou não, o fato é
que além do risco eminente à população pela falta de manutenção, estes imóveis não cumprem sua função
social, pois desvalorizam os imóveis vizinhos e enfeiam a cidade.Por outro lado, a solução para os imóveis vazios não é simples. A falta de mecanismos legais que estimulem ou obriguem os proprietários a reformar os prédios abandonados se alia, em grande parte dos casos, a pendências jurídicas e familiares. Muitas vezes os envolvidos não contam com recursos para investir no imóvel ou não se decidem sobre valores de venda.
Uma das alternativas para o problema seria a utilização do IPTU progressivo, que surgiu com o Estatuto das Cidades, em 2001, e é utilizado em capitais como São Paulo, Belo Horizonte. Veja como funciona: http://casaeimoveis.uol.com.br/tire-suas-duvidas/leis-e-direitos/como-funciona-e-para-que-serve-o-iptu-progressivo.jhtm
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domingo, 1 de abril de 2012
Domingo Mato Adentro que merece destaque!
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