Caso
Telles
O vereador Telles não é o primeiro, nem será o último a
“alocar conhecidos” no serviço público, até porque, a única forma de exterminar
de vez com este tipo de prática é extinguir os cargos comissionados. Aliás, o
fim dos cargos comissionados no serviço público iria prestar um serviço enorme
para a sociedade, uma vez que, diminuiria a corrupção eleitoral. É que, por
trás das campanhas eleitorais, existe um batalhão de pessoas que estão à
procura de empregos, justamente por intermédio do famigerado cargo
comissionado. Sem contar, que acabaria com as fraudes em folhas de pagamentos (e
os funcionários fantasma), a contração de pessoas sem qualquer qualificação e
preparo. Concluindo, cargo comissionado é ótimo para emperrar o serviço
público, porque até o substituto entrar no “clima” da função, já esta na hora
de ceder o cargo para outro.
Água mais cara.
A água não pode ser de graça
como fez o ex-prefeito Carlos Moreira (PSDB) em sua gestão. Longe de ser um
programa social, o projeto do ex-prefeito que isentava do pagamento os
monlevadenses que gastavam até 10m³ de água por mês, só fez sucatear o DAE,
deixando a cidade totalmente vulnerável à expansão imobiliária. Mas daí, o
Prefeito Teófilo, que inclusive prometeu o retorno do programa na campanha eleitoral,
aumentar Tarifa de água em 15%, sendo que o reajuste do salário mínimo de 2013
ficou na casa dos 9% e do servidor municipal 0 % é querer que o povo passe fome
ou sede.
Adote
uma praça e leve uma dúzia de mendigos de graça, como diria o Chico Franco.
A
Prefeitura de João Monlevade lançou edital de chamada pública para empresas e
entidades que quiserem aderir ao Programa de Adoção de Praças Públicas, no
município. De autoria do Belmar Diniz ou do Sinval Dias, o objetivo é estimular
parcerias entre o poder público e a iniciativa privada para que os possíveis
voluntários mantenham a conservação das praças públicas. O curioso é que a maioria delas esta habitada
por mendigos e andarilhos . Resta saber se estes indivíduos estão incluídos no
“pacote”.
O Ministério do Trabalho de Monlevade está de
férias
O
Ministério do Trabalho de Monlevade está fechado há quase um mês.
O motivo do fechamento é o afastamento da
única funcionária responsável pelo serviço da unidade — ela está afastada cumprindo
férias.
O Ministério do Trabalho é um órgão federal,
mas normalmente a responsabilidade da contratação de funcionários para o posto nos
municípios fica a cargo da prefeitura, por meio de convênio, como é o caso de Monlevade.
Em 2009 o ex-prefeito chegou a inaugurar a Agência Regional do Trabalho e
Emprego de João Monlevade, vinculada ao Ministério do Trabalho, disponibilizando
duas funcionárias.
Com a falta
da funcionária da unidade, serviços relativos a carteiras de trabalho, seguro
desemprego e recursos (procedimento necessário quando há o bloqueio de algum
benefício) não são realizados, obrigando o funcionário a esperar ainda mais
pela liberação do seguro desemprego.
Pelo
visto, João Monlevade tem se dado muito bem no quesito retrocesso.