quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Questão de ponto de vista.


Caso Telles
O vereador Telles não é o primeiro, nem será o último a “alocar conhecidos” no serviço público, até porque, a única forma de exterminar de vez com este tipo de prática é extinguir os cargos comissionados. Aliás, o fim dos cargos comissionados no serviço público iria prestar um serviço enorme para a sociedade, uma vez que, diminuiria a corrupção eleitoral. É que, por trás das campanhas eleitorais, existe um batalhão de pessoas que estão à procura de empregos, justamente por intermédio do famigerado cargo comissionado. Sem contar, que acabaria com as fraudes em folhas de pagamentos (e os funcionários fantasma), a contração de pessoas sem qualquer qualificação e preparo. Concluindo, cargo comissionado é ótimo para emperrar o serviço público, porque até o substituto entrar no “clima” da função, já esta na hora de ceder o cargo para outro.

Água mais cara.
A água não pode ser de graça como fez o ex-prefeito Carlos Moreira (PSDB) em sua gestão. Longe de ser um programa social, o projeto do ex-prefeito que isentava do pagamento os monlevadenses que gastavam até 10m³ de água por mês, só fez sucatear o DAE, deixando a cidade totalmente vulnerável à expansão imobiliária. Mas daí, o Prefeito Teófilo, que inclusive prometeu o retorno do programa na campanha eleitoral, aumentar Tarifa de água em 15%, sendo que o reajuste do salário mínimo de 2013 ficou na casa dos 9% e do servidor municipal 0 % é querer que o povo passe fome ou sede.
 
Adote uma praça e leve uma dúzia de mendigos de graça, como diria o Chico Franco.
A Prefeitura de João Monlevade lançou edital de chamada pública para empresas e entidades que quiserem aderir ao Programa de Adoção de Praças Públicas, no município. De autoria do Belmar Diniz ou do Sinval Dias, o objetivo é estimular parcerias entre o poder público e a iniciativa privada para que os possíveis voluntários mantenham a conservação das praças públicas.  O curioso é que a maioria delas esta habitada por mendigos e andarilhos . Resta saber se estes indivíduos estão incluídos no “pacote”. 
  O Ministério do Trabalho de Monlevade está de férias
 O Ministério do Trabalho de Monlevade está fechado há quase um mês.
 O motivo do fechamento é o afastamento da única funcionária responsável pelo serviço da unidade — ela está afastada cumprindo férias.
 O Ministério do Trabalho é um órgão federal, mas normalmente a responsabilidade da contratação de funcionários para o posto nos municípios fica a cargo da prefeitura, por meio de convênio, como é o caso de Monlevade. Em 2009 o ex-prefeito chegou a inaugurar a Agência Regional do Trabalho e Emprego de João Monlevade, vinculada ao Ministério do Trabalho, disponibilizando duas funcionárias.
Com a falta da funcionária da unidade, serviços relativos a carteiras de trabalho, seguro desemprego e recursos (procedimento necessário quando há o bloqueio de algum benefício) não são realizados, obrigando o funcionário a esperar ainda mais pela liberação do seguro desemprego.
Pelo visto, João Monlevade tem se dado muito bem no quesito retrocesso.

3 comentários:

Anônimo disse...

o problema não é cargo comissionado o problema o administrador público, no caso aqui o prefeito, que não sabe selecionar sua equipe ou a seleciona apenas pelo critério político.
Cargo comissionado é necessário e importante para que as coisas saiam do lugar comum. Ao contrário disso só teremos concurseiros interessados apenas na estabilidade e não na responsabilide e produtividade.

Vc diz isso pq não sabe como funciona por dentro. Em sua maioria, os concursados não querem assumir novas responsabilidades. Querem a facilidade de cumprir o básico no expediente e ir embora pra casa sem terem q se preocupar com o recurso q o município poderá perder se não entregar o projeto no prazo, como tem acontecido frequentemente por aqui.
Muitos são infelizes porque ao invés de optar em fazer aquilo lhes dão prazer na vida, optaram pela famosa estabilidade. E assim vão seguindo a vida, reclamando de tudo e infelizes até se aposentarem. Querem fazer apenas o feijão com arroz sem terem q se comprometer.
Assim como ocorre na iniciativa privada, em que um novo diretor ou presidente tem a possibilidade de trocar seus gerentes para oxigenar a sua gestão, na administração pública isso também pode ser benéfico.

Anônimo disse...

Aumento da tarifa de água 15%, aumento para os funcionários do comércio 9%, inflação acumulada 6,77%, aumento para o SERVIDOR MUNICIPAL 0%. E viva o prefeito que resolve!

Eliane Araujo disse...

Pois bem, mas ainda assim é preciso que o modelo de distribuição e principalmente a maneira de se trabalhar dentro das pastas sejam revistas. Porque, na maioria dos casos,os cargos comissionados são cargos de "fachada", onde o profissional nem sempre tem conhecimento técnico para atuar; e ainda que tenha, não encontra autonomia para executar suas funções como deveria.

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