quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Suspeita de fraude nas Urnas Eletrônicas em João Monlevade


Uma fonte ligada à coligação Monlevade em Primeiro Lugar declarou haver indícios de fraude nas urnas eletrônicas utilizadas na eleição de 2012. Muitos candidatos, alegam ter ouvidos relatos de seus eleitores quanto ao não aparecimento da foto do candidato no ato de votar. Inclusive , houve candidatos a vereador que duvidaram do total de votos que tiveram, acreditando eles que foram lesados.Ainda segundo a fonte, a situação já está sendo averiguada.
 Controvérsias à parte, especialistas garantem que as urnas eletrônicas brasileiras possuem falhas de segurança que podem alterar os resultados das eleições.Segundo os especialistas, três seriam as formas de manipulação de resultados: Controle manual do teclado das urnas pelo mesários durante a chamada “seção do voto cantado”; a inserção de flash cards nas urnas 48 horas antes das eleições; e desvio de votos de candidatos no sistema de totalização de votos o que, segundo os denunciadores, dá às urnas eletrônicas total caráter de “caixa preta”. As queixas contra este problema surgem em todo país conforme a materia divulgada no site: http://www.fraudeurnaseletronicas.com.br/2012/10/fraudes-em-urnas-eletronicas-sao.html
 
Vale lembrar que , o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) no dia das eleições em 07 Outubro/2012, necessitou substituir  39 urnas eletrônicas em todo o estado .Destes equipamentos, 12 estavam instalados em Belo Horizonte e 17 na Região Central do estado. Na Zona da Mata, foram cinco substituições, três no Vale do Rio Doce e três no Triângulo Mineiro. Porém não foi informado o motivo da substituição.
 
 

3 comentários:

é o bicho! disse...

Essa suspeita vem de longa data.E possivel fragilidade da urna deve, sim, ser investigada, sob pena de colocar em risco o processo democrático pelo qual o país vive. E, se confirmado, pode trazer prejuízos irreparáveis à democracia e,talvez só comparado ao regime de chumbo vivido pelo país nos longos vinte anos de ditadura,quando havia uma censura implacável contra a liberdade de expressão. Também fico inseguro com esse modelo de votação e apuração rápida, mas tomara que eu esteja enganado. Porém, se contrário, será dolorosa a comprovaçao de possíveis fraudes Brasil afora e em todo esse período de urna eletrônica "experimentado" por aqui. Seria desastrosa essa constatação. Nao gostaria de pensar assim, mas talvez seriam constatações assim que levariam o povo a participar mais da política e da vida publica desse imenso e rico país e com mais seriedade e responsabilidade.

Eliane Araujo disse...

Pois é meu amigo Ednei, por esta e por tantas é que ficamos cada vez mais desacreditados que nosso país tem jeito! E viva a democracia!

Aparício Fernando disse...

Em Saquarema-RJ aconteceu um fato muito estranho. Antes das eleições era só andar pelas ruas e perguntar em quem o eleitor iria votar que a resposta era unânime: Pedro Ricardo, candidato da oposição. Pois bem, o rapaz perdeu em todas, eu disse todas as 173 urnas da cidade. Perdeu e perdeu de muito. O mais estranho é que hoje, um mês após as eleições você vai às ruas e os eleitores continuam unânimes em dizer que votaram em Pedro Ricardo. Seria muito mais cômodo pro eleitor dizer que votou na candidata vitoriosa. Mas não, o eleitor bate o pé afirmando que votou no outro. Curiosamente, é difícil encontrar alguém que confirme que votou na candidata vencedora, que coincidentemente é a esposa do deputado estadual Paulo Melo, presidente da ALERJ. Existem vários relatos da internet e inclusive vídeos no YOUTUBE atestando a vulnerabilidade dessas urnas. Está lá pra quem quiser assistir. O fato é que esse triunvirato: Cabral, Zveiter e Paulo Melo atenta contra a democracia. Todos os poderes encontram-se de um lado só da balança, prejudicando a alternância do poder, principal filosofia da democracia. O fato é que não adianta espernear, pois o TSE, por mais que existam evidências que comprovem, jamais irá admitir fraudes em suas 'caixas pretas'. O ideal seria que a urna eletrônica emitisse, também, um cupom onde mostrasse em quem o eleitor votou. E que esse cupom fosse colocado numa urna tradicional ao lado dos mesários, para fins de comprovação posterior. Uma coisa é certa: nenhum outro país no mundo, depois de examinar, quis comprar nosso ‘avançadíssimo, rápido e moderno' método de escrutínio, nem o Paraguai.

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