quarta-feira, 22 de junho de 2011

Parece que os representantes de Monlevade " andam amarelando"...

Mudaram a cor da Matriz São José Operário. E daí? Acabaram também com a Praça do Mercado, Cine São Geraldo, e tantos outros monumentos arquitetônicos e culturais em Monlevade. E a resposta é simples: “Se fosse patrimônio histórico não poderia ser feita nenhuma mudança, mas como não é, então não influencia em nada”, (resposta do conselheiro financeiro da Igreja, Antônio Inácio ao ser questionado sobre a mudança da cor da Matriz São José Operário, um dos símbolos de Monlevade). Trocando em miúdos , não houve o tombamento, que é um instrumento legal, aplicado por ato administrativo cuja competência é atribuída, pelo Decreto-lei nº 25/37, ao Poder Executivo. Por meio do tombamento, o valor cultural do bem é reconhecido e se institui sobre ele um regime especial de proteção, considerando-se a função social do mesmo.


Na Wikipédia, lê-se: "A Matriz São José Operário é uma igreja localizada no município brasileiro de João Monlevade e um dos símbolos da cidade. Construída durante a 2º Guerra Mundial pela Belgo (atualmente Arcelor Mittal) e doada anos depois a prefeitura. A Igreja é a única do mundo em formato de um V ".

No meu entendimento símbolo é  algo que ilustra um sentimento que dificilmente poderia ser expresso por palavras. Outras biografias trazem o "símbolo" como um elemento essencial no processo de comunicação, encontrando-se difundido pelo cotidiano e pelas mais variadas vertentes do saber humano, encontrando-se difundido pelo cotidiano e pelas mais variadas vertentes do saber humano.
Basicamente “amarelar”  é o ato de desistir de fazer alguma coisa, renunciar algo ou abandonar algo ou alguém. Ou seja, você deu sua palavra para fazer ou participar de algo e depois desistiu, abandonou  por algum motivo (na maioria das vezes este motivo envolve medo ou corvadia).
Segundo consta existe em Monlevade o Conselho Municipal de Patrimônio Histórico, Cultural e Artístico, será que ele também anda amarelando?!...

2 comentários:

Anônimo disse...

Excelente seu texto sobre a formação de condutores. Só não concordo em se dizer que a Matriz de São José do Operário não é tombada. O art. 170 da Lei Orgânica é muito claro a este respeito. Quanto àquela outra questão que fiquei de responder, parece-me que para a pretensão do grupo, melhor seria a instituição de uma Ong, que na verdade, funciona como uma associação de estatuto mais simplificado, ou seja, é menos burocrática. Um abraço.

Fernando Garcia

Eliane Araújo disse...

Valeu Fernando! Pela visita, pelo comentário e pela informação!
Um abraço!

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